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EUA: Corrida presidencial 2020 afetada pelo escândalo Epstein? - Amigo de Trump e Clinton detido sábado suscita questão 07 Julho 2019

Política e negócios públicos e ‘des-virtudes’ privadas de gente pública misturam-se no caso “Lolita Express" que está de regresso, com a prisão no sábado, 6, de Jeffrey Epstein, novaiorquino de 66 anos, registado desde 2005 como “agressor sexual” e que ficou famoso pelas festas no "Lolita Express" – como ficou alcunhado o seu avião privado, que segundo o FBI regista 26 viagens de Clinton.

EUA: Corrida presidencial 2020 afetada pelo escândalo Epstein? - Amigo de Trump e Clinton detido sábado suscita questão

O “milionário e filantropo registado como agressor sexual” está de novo no banco dos réus, segundo o Washington Post na sua edição deste dmingo, 7. Em 2005, ocorreu a primeira denúncia que viria a dar lugar ao "escândalo Epstein", e que envolvia figuras públicas.

Segundo apurou a investigação, Epstein dava — tanto no Boeing 737 "Lolita Express" como nas suas residências de Nova Iorque e na ilha privada em Palm Beach, Flórida — festas nas quais "meninas menores traficadas por sexo" eram "oferecidas" aos seus convidados.

As festas ocultamente filmadas dariam vantagens ao empresário Epstein, segundo o diário londrino ‘The Guardian’ que encontrou até o segundo filho da Rainha de Inglaterra entre os visitantes.

Jeffrey Epstein, que desde 2005 tinha vindo a ser denunciado e arriscava a prisão perpétua mas só cumpriu no total treze meses de prisão, foi este sábado detido no aeroporto de Nova Jersey e dezenas de agentes do FBI entraram na sua casa de Manhattan com mandados de busca. É de novo acusado de tráfico sexual, envolvendo pelo menos 40 vítimas menores, levadas à mansão, à ilha privada em Palm Beach, ao ‘Lolita Express’, lugar do crime e meio de transporte, para Epstein e para convidados.

Mordomo tem culpa

Em 18 de junho de 2010, o mordomo Alfredo Rodriguez, que administrava a mansão de Palm Beach, foi condenado a 18 meses de prisão por obstrução à justiça. O tribunal de Palm Beach deu como provado que "a sua omissão prejudicara a justiça".

O caso do mordomo veio à luz com a apreensão pelo FBI dum diário em que o mordomo registava as atividades de Epstein, noticiou em 2010 o Miami Herald.

Em vez de entregar essa informação à justiça, Rodriguez tentara vender o diário. "Teria sido extremamente útil à investigação, porque inclui nomes e informação das testemunhas materiais e vítimas", disse a Agente Especial Christina Pryor à imprensa.

Epstein, mais um fator por trás da derrota da Clinton?

Entre os amigos de Epstein estão Clinton e Trump. O primeiro, ficou provado, viajou pelo menos vinte e seis vezes na aeronave ‘Lolita Express’.

Trump, esse, disse em 2002 sobre Epstein: "Há quinze anos que o conheço. É um tipo bestial, é muito divertido. Até dizem que ele gosta muito de mulheres bonitas tal como eu gosto, e muitas delas são mesmo muito jovens”.

Fontes: Washington Post/outras referidas

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