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EUA: Fielíssima Sanders deixa enfim Trump — Efeito do relatório Mueller 14 Junho 2019

A face mais pública do presidente, Sarah Huckabee Sanders vai deixar o cargo de secretária de imprensa no fim do mês. O anúncio foi dado pelo próprio que não poupou nos elogios — ’pessoa muito especial, com talentos extraordinários’ — àquela que foi a indefectível muralha durante dois anos do mandato turbulento de Donald Trump.

EUA: Fielíssima Sanders deixa enfim Trump — Efeito do relatório Mueller

A futura secretária de imprensa da Casa Branca começou como assessora da campanha de Trump em 2016. A vitória dele catapultou-a para vice-secretária de imprensa, onde se destacou pelas posições seguras na defesa do presidente, alvo de intenso escrutínio.

Sarah Huckabee-Sanders, ao ocupar em julho de 2017 o lugar deixado por Sean Spicer, multiplicou as vezes em que teve de emitir comunicados em que, sem pestanejar, tinha de defender o que parecia indefensável.

A resiliência de Sarah Huckabee-Sanders é explicada pelo pai. Ela "cresceu com dois irmãos que a ajudaram a tornar-se intrépida e dura de roer", descreve-a Mike Huckabee, 44º governador do Arkansas, pré-candidato à presidencial de 2016 e apoiante de Trump.

"Aos oito anos, em vez de ir brincar lá fora, ficava na cozinha a ouvir os comentários políticos", diz o pai cuja campanha para a renovação do mandato de governador ela coordenou em 2002, aos 20 anos. Este foi um importante estágio para uma tarefa ainda mais exigente: a coordenação no Ohio da campanha presidencial de Bush em 2004.

Relatório Mueller diz que ela mentiu

Em abril a divulgação do relatório, sobre a interferência russa na eleição presidencial de 2016, parece que foi um fator decisivo para o fim do mandato da porta-voz.

O documento indica que enquanto assessora sénior da campanha presidencial de Trump e depois na Casa Branca, Sarah Sanders mentiu nas suas declarações públicas.
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Fontes: Twitter/ AP/Arquivos. Foto oficial: Em Pequim numa visita à ’Cidade Proibida’ com personalidades dos dois governos, chinês e americano (conselheiro de Segurança Nacional, H.R. McMaster, ministro de Negócios Estrangeiros, Wang Yi, embaixador na China Terry Branstad, conselheiro de Estado Yang Jiechi, secretário de Estado Rex Tillerson, genro de Trump, Jared Kushner, Sarah Huckabee-Sanders, representante da Câmara de Comércio Robert Lighthizer, diretor dos Social Media e assistente do presidente, Dan Scavino Jr., embaixador da China nos EUA, Cui Tiankai e o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Zheng Zeguang) durante a vista do Presidente Trump à China em novembro de 2017.

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