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Electra refuta ter facultado informações à comunicação social sobre suposto caso de roubo de energia na Praia 11 Agosto 2018

A Electra nega ter facultado informações à comunicação social sobre o suposto roubo de energia, no caso do deputado Rui Semedo, reiterando que a empresa detém uma política de sigilo, quanto a situações desta natureza.

Electra refuta ter facultado informações à comunicação social sobre suposto caso de roubo de energia na Praia

“Se a comunicação social tomou conhecimento do caso, por outras vias, a Electra não assume qualquer responsabilidade por tal facto. Embora se tratando de um crime de natureza pública, exige dos seus funcionários o máximo de sigilo quanto a situações desta natureza”, explica um comunicado enviado hoje à Inforpress, pela Electra.

Em reacções à conferência de imprensa, que o deputado do PAICV, Rui Semedo fez esta quinta-feira, alegando que a situação é uma “cabala, concebida e montada” para o atingir, a Electra garante que a gestão da empresa é feita “exclusivamente” com base nos seus objectivos e planos de negócio, com “maior respeito” pelos seus clientes e pela Lei.

“A ELECTRA não trata situações particulares, resultantes da sua relação com clientes, na praça púbica. Pauta toda a sua conduta por elevados padrões de ética e profissionalismo, respeitando escrupulosamente a gestão reservada de informações daí resultantes”, informou, sublinhando que, todas as situações anómalas são tratadas com imparcialidade, dando conhecimento ao cliente, que assina o auto, remetendo-o de seguida ao Ministério Público, para efeitos de procedimento criminal, nos termos da Lei”.

A Electra explica que a instalação eléctrica da residência referida previa uma alimentação trifásica, ou seja, até à data da última inspecção existia um contador para uma fase e que alimentava cerca de um terço da energia consumida, passando as duas fases directamente para as instalações eléctricas da residência, através de dois disjuntores limitadores de potência, sem passar por qualquer sistema de contagem.

“Portanto, da inspecção realizada confirmou-se que haviam dois fios que vinham do interior da residência, ligados directamente à rede pública de distribuição da concessionária, o que demonstra que esta ligação adicional é fraudulenta” precisou.

Perante isso, a empresa adiantou que a portinhola (caixa de energia) é da “responsabilidade” da concessionária, mas, entretanto, a caixa do contador é zona fronteirada da instalação eléctrica, acessível ao cliente, de modo a “controlar” os seus consumos, devendo cuidar e guardar todo o sistema de contagem e limitação de potência.

“A Electra perante a situação anómala de furto de energia eléctrica, lavrou o respectivo auto, como manda a Lei”, acrescentou.

Contudo, a Electra assegura que vem procedendo a um conjunto planeado e de acções, no sentido de neutralizar a prática de fraude e do furto de electricidade, assim como recuperar elevadas dívidas dos clientes e criar condições de sustentabilidade da empresa. Fonte: Inforpress

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