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Eleições EUA:Trump longe de aceitar derrota 08 Novembro 2020

Enquanto era anunciado que Joe Biden tinha vencido as eleições presidenciais dos EUA o seu adversário, o atual presidente do país, tinha deixado a Casa Branca e estava no Trump National Golf Club Washington, a poucos quilómetros da capital do país, a jogar uma partida desta modalidade.

Eleições EUA:Trump longe de aceitar derrota

No Twitter multiplicavam-se as publicações de republicanos, algumas delas banidas pela rede social. Enquanto Trump, que ainda não se pronunciara, publicamente pelo menos, sobre a matéria, escrevia que tinha vencido a eleição por muitos votos, o maior número de votos "legais" para um presidente.

O Twitter não retirou as publicações mas questionava o seu conteúdo. E o ainda presidente ia-se queixando de que os observadores não tinham tido acesso às salas onde se contavam os votos, acrescentando que aconteceram "coisas más" que estes não puderam ver.

Na sequência do anúncio do resultado os advogados de Trump, em conferência de imprensa, apressaram-se a dizer que vão recorrer à justiça contra fraudes que dizem ter ocorrido na contagem dos votos. Rudy Giuliani, antigo presidente da câmara de Nova Iorque e advogado do atual chefe de Estado, garantia que Donald Trump não vai dar-se por vencido quando uma parte da contagem dos votos é questionável e prometia uma batalha judicial.

Divisões no seio dos Republicanos

Mas nem todos os Republicanos estão com Trump, Mitt Romney - que foi candidato à presidência em 2012 e é senador pelo estado do Utah, o único senador republicano a votar favoravelmente no processo de destituição do Presidente - dava os parabéns a Joe Biden e a Kamala Harris pela vitória, dizendo que são pessoas de boa vontade e com uma personalidade admirável.

Também Jeb Bush e a viúva do ex-senador e ex-candidato presidencial John McCain, demonstraram satisfação pela vitória de Biden. Cindy McCain participou mesmo, ativamente, na campanha do candidato Democrata no estado do Arizona.

Geroge H. Bush - antigo presidente dos EUA, falecido em 2018, irmão de Jeb Bush, ex-governador da Florida - tinha afirmado ter votado em Hillary Clinton nas presidenciais que Trump venceu.

Depois de uma corrida eleitoral tensa e plena de troca de acusações Donald Trump prepara-se para a segunda temporada de uma série com um final imprevisível. Será a transição será pacífica como garantia Mitch McConnell, líder republicano do Senado, a 24 de setembro, nas redes sociais ou se será preciso recorrer a outras medidas para que Trump abandone a Casa Branca. Fontes: EN com AP e AFP

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