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Empresário chinês acusado de lesar Estado moçambicano em 12 ME em esquemas de branqueamento de capitais 22 Dezembro 2022

O Ministério Público moçambicano na província de Sofala instruiu um processo criminal contra um empresário chinês acusado de branqueamento de capitais, num esquema que lesou o Estado em mais de 862 milhões de meticais (12 milhões de euros), anunciou fonte oficial.

Empresário chinês acusado de lesar Estado moçambicano em 12 ME em esquemas de branqueamento de capitais

Jiye Zhuo, que conta com mais de sete empresas de diversos ramos em Moçambique, é acusado de fuga ao fisco, avançou o procurador-chefe na cidade da Beira, capital provincial de Sofala, citado hoje pelo diário Notícias.

Além dos crimes de fuga ao fisco, o empresário, que vive em Moçambique há quase uma década, é acusado também de ter obtido fraudulentamente a nacionalidade moçambicana, estando agora em parte incerta, segundo as autoridades.

Também consta da lista de arguidos no processo que corre na procuradoria da cidade da Beira o empresário moçambicano Kaman Kwan, que era sócio do investidor chinês.

Moçambique está entre os estados na lista de jurisdições de países terceiros considerados de alto risco devido a deficiências estratégicas nos seus regimes de combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo, numa lista da Comissão Europeia atualizada na terça-feira em comunicado.

Na lista atualizada, o executivo comunitário retirou três jurisdições, designadamente Nicarágua, Paquistão e Zimbabué, mas acrescentou cinco: República Democrática do Congo, Gibraltar, Tanzânia e Emirados Árabes Unidos, além de Moçambique.

A Semana com Lusa

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