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Época baixa do turismo: “É preciso passar das palavras aos atos” 10 Setembro 2022

“É chegado o momento de andarmos em contraciclo e de passarmos das palavras aos atos”. A afirmação é do Presidente da Câmara de Turismo de Cabo Verde, Jorge Spencer Lima, que assim indica o caminho a seguir para o país colmatar os efeitos da época baixa no turismo nacional.

Época baixa do turismo: “É preciso passar das palavras aos atos”

A montagem de um vasto programa cultural para assinalar as festividades do Município do Sal, que é também a ilha mais turística do país, tem como objetivo primordial “agir, testando”, afirma Skapa, que defende que o foco da época baixa não pode ser o mercado europeu. “Com exceção de Portugal, os europeus não vêm a Cabo Verde nessa altura do ano”, daí a necessidade de se “buscar alternativas”.

A estratégia da CTCV vai no sentido de atrair novos públicos e novos mercados, nomeadamente a diáspora, os turistas internos e o mercado da África Ocidental, o qual representa cerca de 350 milhões de pessoas. “Um grande mercado, com muito poder de compra”, garante Spencer Lima.

Para este nicho de mercado é necessário criar novos produtos e atrações turísticas, nomeadamente culturais. “Porque apenas sol e praia não é suficiente. É preciso vender um produto diferente para sair da letargia”, alerta.

Se conseguirmos atingir os nossos objetivos, nos próximos anos queremos replicar este mesmo modelo nas outras ilhas, como Boa Vista e São Vicente, que aguardam com grande expectativa a abertura de novos hotéis até ao final do ano”.

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