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Estados Unidos: 13 agentes russos da IRA indiciados interferiram na eleição a favor de Trump, diz PGR Mueller 18 Fevereiro 2018

Treze dos mais de oitenta funcionários da agência russa de investigação de Internet, IRA, foram esta sexta-feira, 16, indiciados pela Justiça dos Estados Unidos como os responsáveis da interferência russa na eleição presidencial de 2016. A operação iniciada em 2014, por ordem do executivo de Putin, seguiu técnicas de marketing, comprou publicidade, falsificou perfis de americanos nas redes sociais para influenciar o eleitorado sobre temas como segurança, imigração, raça e religião — lê-se nas 37 páginas do processo.

Estados Unidos: 13 agentes russos da IRA indiciados interferiram na eleição a favor de Trump, diz PGR Mueller

Irina K. e Yevgeny Prigozhin, do grupo de treze agentes da IRA, a agência russa de investigação de Internet, são os únicos que têm o nome divulgado nos média. Magnata da restauração, Yevgeny Prigozhin é alcunhado "o ’chef’ de Putin". A notoriedade de Irina relaciona-se com a SMS que ela enviou a um familiar em setembro passado, a avisar que ia chegar tarde porque "o FBI está em cima de nós, não estou a brincar, tenho de apagar os indícios".

A interferência russa na eleição presidencial americana fez manchetes em toda a galáxia mediática, como facto ou como rumor, e foi um tópico esgrimido pelos quatro candidatos mais visíveis durante a campanha.

As agências de segurança interna dos Estados Unidos — CIA, FBI e NSA, a agência de segurança nacional — tinham emitido há dois meses um comunicado conjunto sobre a "elevada confiança" a que tinham chegado sobre o papel do executivo russo, que conduziu uma campanha sofisticada para influenciar a eleição de novembro de 2016.
Fontes: agências. Foto - NY Times.

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