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Praia: Festival Tearti abre-se ao teatro de língua Portuguesa 23 Outubro 2018

Esta a decorre na ilha de Santiago, Cabo Verde, de 19 e termina no proximo dia 26, em Santiago, a segunda edição do Festival Internacional de Teatro do Atlântico (TEARTI), organizado pela companhia Fladu Fla. O certame, que vem decrrendo desde o dia 19, vista internacionalizar o teatro cabo-verdiano a partir do “corredor” atlântico. O mesmo conta, pela primeira vez, com grupos oriundos de Angola, Brasil, Cuba, Espanha, Guiné-Bissau, Portugal e São Tomé e Príncipe, para além de grupos de todas as ilhas de Cabo Verde.

Praia: Festival Tearti abre-se ao teatro de língua Portuguesa

“Oito dias, oito países, 23 grupos, 24 espetáculos e mais de 104 participantes” constam do programa, adianta a organização à imprensa. Para além da cidade da Praia, estão ainda a ser desenvolvidos contactos com outras Câmaras Municipais da ilha de Santiago, tentando ampliar a cobertura geográfica da iniciativa.

De fora de Cabo Verde participam a trupe Tic Tac (Angola), o Colectivo Negro (Brasil), a companhia Actuar (Cuba), o grupo Cabaz de Terra (Guiné-Bissau), o Chão de Oliva (Portugal) e Os Criativos (São Tomé e Príncipe). Juventude em Marcha (Santo Antão), Somá Cambá (São Vicente), Projecto Chiquinho (São Nicolau), Dja d’Sal (Sal), Os Intrometidos (Boa Vista), Pró Morro (Maio), OTACA (Santiago), Sem Nexo (Fogo) e Trapalhões (Brava) são os grupos cabo-verdianos que integram a programação.

Ofertas para o público
A organização salienta ainda, em declaração ao Exresso das Ilhas, as ofertas para o público escolar e oficinas de dramaturgia, encenação, cenografia, figurinos e adereços, sonoplastia e luminotecnia, “ministradas por elementos dos grupos convidados”.

Sabino Baessa, membro da companhia Fladu Fla, destaca o objectivo principal do Festival, com destaque para o corredor do atlântico: visa “trazer para o palco cabo-verdiano a identidade cultural de todos os países que fazem parte do corredor atlântico”. “Para este ano envolvemos apenas sete países mas, a ideia é fazer com que todos os países que integram esse corredor nos tragam a sua identidade para permitir assim que os cabo-verdianos percebam melhor a origem e extensão da sua identidade cultural”, acrescenta Baessa.

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