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FinCEN: Consórcio de jornalistas expõe crimes financeiros de políticos, magnatas, narcotraficantes — ’Lavagem’ de $2 triliões 24 Setembro 2020

A mais recente iniciativa do ICIJ, consórcio internacional de jornalistas de investigação, conduziu aos dinheiros ilegais — num total de mais de dois triliões de dólares: $2,099,584,477,415.49 —que políticos, magnatas, narcotraficantes, terroristas ocultaram ajudados por "lavadores" na praça financeira de Nova Iorque e em alguns dos maiores bancos da Europa, como o ’Deutsche Bank’.

FinCEN: Consórcio de jornalistas expõe crimes financeiros de políticos, magnatas, narcotraficantes  — ’Lavagem’ de $2 triliões

Os mais de dois mil documentos consultados nos arquivos da Fincen- Rede de Combate de Crimes Financeiros demonstram que alguns dos maiores bancos mundiais "lavaram" "um montante calculado em mais de dois triliões de dólares" envolvido ainda em evasão fiscal e corrupção, segundo a nova investigação do ICIJ — após os famosos Paradise Papers, Panama Papers, Offshore Leaks e Swiss Leaks.

A investigação levada a cabo durante dezasseis meses — por quatrocentos jornalistas do ICIJ, Cenozo, Buzz Feed e de mais de cem órgãos de imprensa em 88 países — descobriu detalhes de contas bancárias, contratos e passaportes dos implicados em operações financeiras suspeitas.

A atividade criminosa, que se estende por mais de 170 países, segundo a investigação, envolve políticos, magnatas, narcotraficantes, terroristas ajudados por "branqueadores de capitais" na praça financeira de Nova Iorque e em bancos na África e Europa — cujos nomes começaram a ser revelados nesta segunda-feira, 21.

Os arquivos — que foram a base da investigação — incluem um volume considerável de dados sobre relatórios de atividades suspeitas, que bancos e outras instituições financeiras são obrigados a remeter às autoridades da FinCEN, sediada nos Estados Unidos.

(Em atualização)

Fontes: BBC/DW/Websites das referidas. Foto (Getty): Todo o tipo de transação financeira em dólares (USD) que suscite dúvidas deve ser objeto de um formulário a enviar à FinCEN, sediada nos Estados Unidos.

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