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Fogo/Crise de energia e água: Governo vai investir mais de 300 milhões de dólares na transição energética no segundo semestre de 2024 – MpD 04 Novembro 2023

O presidente da Comissão Poltica Regional do MpD em São Filipe garantiu, hoje, que o Governo vai investir mais de 300 milhões de dólares no projecto de transição energética na ilha do Fogo, que estará funcional a partir do segundo semestre de 2024. Fiilipe Santos, que é também deputado pelo círulo eleitoral do Fogo, ciriticou ser inaceitável que os presidentes das câmaras de São Filipe e Mosteiros, em vez de colaborarem de forma construtiva com a equipa da Electra e com o Governo para resolver o problema, tenham optado, de “forma irresponsável e vergonhosa”, em usar esta situação (corte de energia e água) a favor dos seus interesses político-partidários.

Fogo/Crise de energia e água: Governo vai investir mais de 300 milhões de dólares na transição energética no segundo semestre de 2024 – MpD

O presidente da Comissão Política Regional do Movimento para a Democracia (MpD-situação), que falava em conferência de imprensa para às denúncias do PAICV abordar a situação de crise de energia que afectou a ilha, avançou que o projecto irá assegurar a produção de energia limpa e garantir a sustentabilidade da Electra.

Já é do conhecimento de todos que o Governo lançou um concurso público internacional para a transição energética da ilha do Fogo. Sete empresas internacionais foram pré-seleccionadas e já realizaram uma visita técnica à ilha”, disse, segundo a Inforpress, Filipe Santos, sublinhando que há uma solução para breve.

Conforme o mesmo, o parque de energia projectado que situará entre os municípios de Santa Catarina do Fogo e São Filipe terá uma vida útil de 30 anos e proporcionará milhões em poupança à Electra.

Acrescentou ainda que o parque terá uma capacidade de 1,4 megawatts de energia que será “suficiente” para atender à necessidade durante um período de, pelo menos, 30 anos e com impacto “significativo” para a população e garantindo energia necessária para o crescimento e desenvolvimento sustentável.

O deputado e presidente da Comissão Política Regional do MpD expressou total solidariedade para com a população que enfrentou inúmeras adversidades durante “cinco longos dias” sem energia e sofreu consideráveis perdas financeiras com produtos congelados e viu seus negócios locais ameaçados.

É crucial destacar a coragem da equipa da Electra, que enfrentou um desafio gigantesco ao restaurar a electricidade em tempo recorde. Conseguiram fazê-lo apesar de ter herdado um projecto de electricidade falido do PAICV para esta ilha durante seus longos 41 anos, com modelo de gestão completamente desatualizado que absorve recursos governamentais de forma inaceitável e que tira sono aos técnicos”, disse Filipe Santos.

Posturas alegademente iresponsáveis das Câmaras e reparação dos prejuizos

Para o deputado e presidente da Comissão Política Regional do MpD é inaceitável que os presidentes das câmaras de São Filipe e Mosteiros, em vez de colaborar de forma construtiva com a equipa da Electra e com o Governo para resolver o problema, optaram de “forma irresponsável e vergonhosa” usar esta situação a favor dos seus interesses político-partidários.

Em vez de procurarem soluções, escolheram eximir-se de qualquer responsabilidade, ficando em cima do muro, culpando o Governo, para esconder os seus fracos desempenhos à frente das câmaras municipais com o propósito de desviar atenção dos munícipes”, afirmou Filipe Santos citado pela Infoprress, para quem em tempo de escuridão como o vivido pela população, esperava-se a união, solidariedade e acções concretas para resolver os problemas.

Questionado sobre a possibilidade de eventual reparação dos prejuízos acumulados pelos operadores económicos e as famílias em consequência do problema de interrupção no fornecimento de energia eléctrica, Filipe Santos admitiu que dentro do quadro legal e constitucional devem ser ressarcidos e/ou compensados.

Quanto à questão relacionada com a não conclusão da manutenção do outro grupo de gerador que devia acontecer de 02 a 25 de Outubro, o deputado e presidente da Comissão Política Regional do MpD disse, segundo ainda a fonte referida, que não tem nada a ver com falta de pagamento dos técnicos ou da aquisição das peças como veiculam na ilha, sublinhando que está relacionado com a logística.

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