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Fogo: Refeição quente alargada às escolas secundárias para cobrir alunos do 7.º e 8.º anos 29 Setembro 2022

O delegado do Ministério da Educação em São Filipe, Emanuel Barbosa, disse que a refeição quente foi alargada às escolas secundárias para cobrir os alunos mais desfavorecidos do 7.º e 8.º anos de escolaridade.

Fogo: Refeição quente alargada às escolas secundárias para cobrir alunos do 7.º e 8.º anos

A implementação da refeição quente aos alunos do 7.º e 8.º anos nas escolas secundárias Dr. Teixeira de Sousa (cidade São Filipe) e Pedro Pires (Ponta Verde) a partir do presente ano lectivo aumenta para mais de quatro mil os alunos que beneficiam de uma refeição quente.

Esta medida, que abrange as outras duas escolas secundárias da ilha, segundo o delegado do Ministério da Educação, visa combater o abandono escolar e melhorar a qualidade de ensino.

Nas duas escolas, o número de beneficiários, de acordo com dados do ministério, ronda os 800 alunos do 7.º e 8.º anos, tendo sido contratado o quarto cozinheiras para garantir a confecção das refeições quentes nos dois estabelecimentos de ensino.

A Escola Secundária Dr. Teixeira de Sousa para garantir a refeição quente aos seus alunos do 7º e 8º anos de escolaridade conta com a parceria do Projecto Zé Luís Solidário, assim como de outros parceiros.

Na sua página nas redes sociais, a direcção da escola sublinha que a refeição quente vai eliminar a dificuldade que os alunos tinham de frequentar todas as aulas em condições normais.

Acrescentou que a partir deste ano lectivo os alunos do interior não necessitam de se deslocar ao interior para regressar à tarde para as aulas de Educação Física, já que a escola garante refeição quente e espaço na escola que permita eliminar este constrangimento.

No município de São Filipe, todas as cantinas estão a funcionar desde o início do ano lectivo, já que os géneros alimentícios de base estão na ilha.

Além de alargar a refeição quente aos alunos do 7.º e 8.º anos, a nível de São Filipe, o delegado do Ministério da Educação, apontou como novidade a massificação do projecto “escola dos pais” em que os professores se deslocam regularmente às comunidades para dialogar com os pais e encarregados de educação para inteirar dos problemas dos seus educandos e tentar resolvê-los.
A Semana com Inforpress

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