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Fogo: “São Filipe e o hipismo nacional estão de luto com a morte de três cavalos” – Nuías Silva 29 Abril 2022

O presidente da câmara de São Filipe disse hoje que “São Filipe o hipismo nacional estão de luto” com a morte de três cavalos, nas últimas horas, dois dos quais apurados para a final prevista para hoje.

Fogo: “São Filipe e o hipismo nacional estão de luto com a morte de três cavalos” – Nuías Silva

Nuías Silva disse que ainda está a tentar inteirar-se do que terá passado, sublinhando que “foi uma tarde, noite e madrugada de pesadelo para os amantes de hipismo no Fogo, em particular, e Cabo Verde, no geral”, ao reagir sobre a morte dos três cavalos, de dois emigrantes radicados nos Estados Unidos da América.

“São pessoas que gostam de animais” referiu Nuías Silva, que endereçou aos dois proprietários os seus “sentimentos e forte abraço de consolação”, desejando que tenham “muita força neste momento”.

Relativamente às causas da morte dos três cavalos, Nuías Silva disse que “ainda não são conhecidas as reais causas neste momento”, lembrando que os cavalos participaram da primeira fase da corrida, que aconteceu na última quarta-feira.

“Estamos a aguardar serenamente que as autoridades pronunciem”, disse, adiantando que não teve oportunidade de falar com os proprietários, e que apenas mandou uma mensagem, mas que o vereador do Desporto esteve na cocheira e está a acompanhar a situação.

Nuías Silva adiantou ainda esta manhã a câmara vai analisar com os proprietários de cavalos e a organização do evento, para em conjunto decidir, “aquilo que é a finalíssima de hoje que é uma espécie do apogeu do hipismo nacional”.

Conforme sublinhou, é de se “lamentar” porque os dois dos cavalos estavam apurados e faziam parte da mesma série, a primeira, sublinhando que os proprietários podem contar com todo o apoio da câmara minimizar o sofrimento e os danos.

“É uma situação que entristece, São Filipe está de luto e o hipismo nacional está de luto”, destacou Nuías Silva, indicando que vai analisar para ver a melhor forma de homenagear os cavalos e o hipismo, se será, através de um diálogo com os proprietários e cancelar a final, ou se num “gesto de aclamação” e daquilo que deve ser a força do hipismo e do desporto nacional encontrar outras soluções.

Nuías Silva apontou um exemplo, que seria “realizar a final hoje para homenagear os cavalos e ajudar os proprietários, na minimização do sofrimento que neste momento lhes atravessa a alma”.

O proprietário de cavalos Salomão Amado compreende e lamenta a situação, mas entende que a fase final da corrida de cavalos deve ser realizada.

“Não é a primeira vez que acontece morte de cavalos e se uma cocheira tiver problemas as outras não devem ser penalizadas”, considerou Salomão Barbosa, adiantando que a câmara, enquanto entidade organizadora, poderá decidir, por exemplo, que os valores dos prémios sejam atribuídos aos proprietários como forma de compensá-los. A Semana com Inforpress

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