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França: Capacetes brancos na 1ª missa pós-incêndio de Notre-Dame 16 Junho 2019

Metade das trinta pessoas que estavam na missa celebrada pelo arcebispo de Paris este sábado 15, eram padres. A outra metade, uma seleção bem restrita de pessoas: benévolos, empregados da diocese e trabalhadores da obra. Todos de capacete branco, como exigiu a segurança da catedral flagelada pelo incêndio de 15 de abril.

França: Capacetes brancos na 1ª missa pós-incêndio de Notre-Dame

A missa foi transmitida em direto pela KTO-televisão católica, refere o Le Monde este domingo, "para que todos os fiéis possam participar em comunhão".

"Esta catedral é um lugar de culto, esta é a sua finalidade própria e única. Não há turistas em Notre Dame", disse na sua homilia o monsenhor Michel Aupetit, durante a celebração na capela da Virgem. Longe das câmaras estava o Coro destruído desta capela dedicada em 15 de junho de 1163(?) e que continha um dos tesouros da catedral: a Coroa de Espinhos salva das chamas na noite do sinistro.
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Lugar de fé, mas também ’hotspot’ (ponto quente) para os seus doze milhões de turistas por ano é a catedral de Paris. Como escrevemos aqui, há dois meses, a propósito da repercussão mundial do incêndio e inesperado afluxo de doações para a reconstrução — em vinte e quatro horas atingiram perto do ’bilião’ de euros —: "A vaga de solidariedade mundial está a surpreender muitos. Todavia há uma explicação que cada um pode procurar no seu íntimo olhando para o que está mais perto de si: a catedral mais antiga do país tem um significado que fala ao espírito de católicos e não-católicos, de religiosos e ateus. A sua existência mesmo em ruínas é a prova de que a vida continua".
LS

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