“Pressionei uma almofada contra o meu filho, que estava deitado de costas. Durante 15 minutos pressionei a almofada sem nunca a levantar. O meu filho lutou durante todo esse tempo. Depois de parar de se mexer, levantei a almofada e gritei por ajuda para desviar qualquer suspeita sobre mim”, descreveu o futebolista.
Segundo Toktas confessou à polícia, o filho entrou no hospital pediátrico de Ancara, duas semanas antes, com febre e dificuldades respiratórias, que são sintomas do coronavírus. Por isso, os médicos decidiram colocar o menino em quarentena com o pai.
No mesmo dia, depois do alerta do pai — que conseguiu desviar as suspeitas de si —, o rapazinho morreu na UCI-unidade de cuidados intensivos, duas horas depois de aí ter entrado.
As autoridades determinaram que o óbito tinha ocorrido por causa natural. A certidão de óbito não regista como causa da morte nem as "dificuldades respiratórias", sintoma da doença do coronavírus, nem tão-pouco a "Covid-19".
Os casos de Covid-19 na Turquia registados hoje (4ª fª, 13) são: 141.475 infeções e 3.894 óbitos. A doença tem estado presente entre as diversas modalidades — quatro basquetebolistas do Fenerbahçe Beko, futebolistas e treinador do Galatasary, que fez manchetes ao ser hospitalizado em fins de março. Fatih Terim venceu a doença e o último teste a 15 de abril deu-o como curado.
Motivo? "Não o amava"
A única explicação que Cevher Toktas — que afirmou não sofrer de "problemas de saúde mental" — deu para esse hediondo crime foi : "Não o amava", "a única razão é que nunca o tinha amado", segundo a imprensa turca, que cita elementos da confissão.
As autoridades turcas já ordenaram a exumação do corpo da criança, com vista à realização da autópsia.
O crime cometido por este homem de 32 anos é, de acordo com a lei da Turquia, punível com a pena de prisão perpétua.
Fontes: Hurriyet Daily News/Worldometers. Foto (Facebook)11 dias depois do enterro, com a certidão de óbito a atestar ’causas naturais’, o defesa-central do “Bursa Yildirim Spor”, clube primodivisionário, entrou na esquadra para confessar ter asfixiado o filho na cama do hospital durante 15 minutos.
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