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General D do hip hop regressa com ’Zombie’ 20 anos de silêncio depois 05 Janeiro 2020

’Zombie’ quebra o silêncio de vinte anos do rapper iniciador do hip hop tuga. O álbum de 2020 foi precedido do single apresentado em outubro transato, como destacou a imprensa de referência em Portual.

General D do hip hop regressa com ’Zombie’ 20 anos de silêncio depois

Sérgio Matsinhe autobaptizado General D é tido como o pai do hip hop português — assinalado em 1994 com que o EP PortuKkkal É Um Erro — e está de regresso à música neste 2020 com o álbum Zombie, de que deu a primeira amostra há dois meses ao lançar em Lisboa o single de Zombie.

O General D surge no retrato do Diário Notícias, em fins de outubro, como "uma espécie de D. Sebastião do hip hop nacional", o hip hop tuga, como mais tarde viria a ser batizado. A música nascida nos bairros periféricos das grandes cidades, à margem da indústria.

Precursor desse estilo, o General D residente na Grande Lisboa e nascido Sérgio Matsinhe em 1971 em Moçambique, na capital da província colonial. Aos dois anos, a família trocou a antiga cidade de Lourenço Marques por Portugal.

O percurso escolar de Sérgio Matsinhe dá-o como bom aluno. Adolescente, destacou-se no atletismo e chegou a recordista regional dos 100m e de velocidade na variante 4x100m.

A morar em Miratejo, na margem sul de Lisboa, o adolescente descobria com amigos os caminhos da música. Nesse final dos anos de 1980, Sérgio Matsinhe ganhou as divisas de general — do rap.

Em 1990 provou as suas credenciais como um dos organizadores do primeiro festival rap em Portugal. Local: uma das agremiações locais, a Incrível Almadense, onde tocaram os Black Company — banda de que era membro e fundador — e os Africa Power.

A sua primeira gravação discográfica acontece em 1991, em colaboração com os Pop dell’Arte no tema "Mc Holly".

Em 1994 é o nascimento do hip hop assinalado com o EP PortuKkkal É Um Erro.
O primeiro álbum que leva a sua assinatura, Pé na Tchôn, Karapinha na Céu, viu a luz em 1995 e mostrou logo ser o manifesto artístico de Matsinhe. A afirmação da africanidade no hip hop, ultrapassando a mera imitação dos afroamericanos. Fontes: Diário de Notícias/Arquivos.

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