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Governo adia retoma das ligações aéreas inter-ilhas para 15 de Julho 30 Junho 2020

A retoma das ligações aéreas entre as ilhas, inicialmente prevista para 30 de Junho, foi adiada para 15 de Julho devido à situação epidemiológica do País, neste momento, decorrente da pandemia de covid-19.

Governo adia retoma das ligações aéreas inter-ilhas para 15 de Julho

A decisão foi tomada pelo gabinete de crise, que esteve reunido, esta segunda-feira, para, segundo a Inforpress, avaliar a situação epidemiológica nas ilhas de Santiago e Sal. Essa medida governamental foi comunicada em conferência de imprensa pelo ministro-adjunto do primeiro-ministro e da Integração Regional, Rui Figueiredo.

O governante disse que na tomada desta decisão foram ponderadas todas as situações e vista a situação epidemiológica prevalecente nas ilhas de Santiago e Sal, levando sempre em conta o interesse maior é salvaguarda da saúde dos cabo-verdianos.

“Tendo presente que é imprescindível que mais ou cedo ou mais tarde se restabeleça as ligações aéreas e marítimas entre todo o território nacional, o gabinete de crise do Governo deliberou relativamente as ligações áreas em todo país, adiar o início da sua realização para o dia 15 de Julho. Inicialmente esta retoma estava prevista para 30 dia, mas o Governo considerou que será oportuno e recomendável e deliberou nesse sentido” indicou.

Relativamente às ligações marítimas a partir das ilhas de Santiago e Sal que estavam condicionadas, igualmente ficou decidido a sua retoma a partir do dia 15 de Julho.

“Isto é adiar 15 dias para a retoma das ligações normais entre todas as ilhas para que no momento em que essas ligações forem feitas sejam com o máximo de segurança sanitária para garantir, por um lado, o direito aos cabo-verdianos a mobilidade, e que essa deslocação se faça com a melhor segurança possível”, sustentou.

Segundo a mesma fonte, o ministro disse que o Governo acredita que 15 dias serão suficientes para se ter a real situação de todas as ilhas, sendo certo que essa medida poderá ser reavaliada em função da situação epidemiológica.

“Pensamos que esses 15 dias serão suficientes até porque estamos a fazer uma investigação epidemiológica que vai permitir uma leitura mais rigorosa da situação em todas as ilhas e pensamos que com as devidas cautelas com aquilo que já fizemos, o inquérito, o seguimento próprio dos passageiros, e nessa altura teremos melhor domínio da situação”, disse o governante citado pela Inforpress.

Os últimos dados do Ministério da Saúde e Segurança Social indicam que o País contabiliza, neste momento, 1165 casos positivos acumulados de COVID-19, 543 casos ativos, 608 casos recuperados e 14 óbitos (incluindo os dois últimos anunciados esta segunda-feira).

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 498 mil mortos e infectou mais de 10 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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