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Guerra Rússia/Ucrânia: EUA agravam sanções à Rússia 12 Mar�o 2022

Os Estados Unidos deram mais um passo para penalizar a Rússia pela invasão da Ucrânia. O presidente Joe Biden anunciou que a Rússia seria tirada da lista das chamadas "nações mais favorecidas", um estatuto que permitia trocas comerciais privilegiadas. A lista de produtos que deixaram de poder ser importados da Rússia passou a incluir o marisco, as bebidas alcoólicas e os diamantes.

Guerra Rússia/Ucrânia: EUA agravam sanções à Rússia

"Revogar o estatuto de relações comerciais normais permanentes, em relação à Rússia, faz com que seja mais difícil para a Rússia fazer negócios com os Estados Unidos. Ao fazer isso em uníssono com outros países que representam metade da economia global, estamos a dar um grande golpe na economia russa, que já está a sofrer com as nossas sanções. Estes são os mais recentes passos, mas não são os últimos. Como disse antes, vamos golpear Putin com força porque os Estados Unidos e os aliados e parceiros mais próximos estão a agir em uníssono", disse o presidente norte-americano citado pela EN.

NATO recusa envolvimento direto

Biden insiste que não se quer envolver militarmente no território ucraniano, já que isso iria criar uma escalada no conflito.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy pede, no entanto, mais ação: "Precisamos de mais. Não é disto que estamos à espera. As decisões dos políticos têm de coincidir com o sentimento dos povos europeus", disse o chefe de Estado da Ucrânia.

Zelenskyy critica a NATO por continuar a recusar criar uma zona de exclusão aérea na Ucrânia.

O secretário-geral da Aliança Atlântica, Jens Stoltenberg, teme uma escalada do conflito se o desejo do presidente ucraniano for concedido: "A NATO dá um apoio importante à Ucrânia desde há muitos anos. Treinou dezenas de milhares de tropas e providenciou equipamento militar essencial, que é extremamente importante na luta contra as forças invasoras russas. Ao mesmo tempo, temos a responsabilidade de impedir que este conflito tenha uma escalada que vá para lá das fronteiras da Ucrânia e se torne uma guerra total entre a Rússia e a NATO», advertiu o secretário-geral da Aliança Atlântica.

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