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Guiné-Bissau celebra 47 anos de independência 24 Setembro 2020

O ’Estádio 24 de Setembro’ em Bissau foi o palco da celebração esta quinta-feira, 24, do quadragésimo-sétimo aniversário da República da Guiné-Bissau. Neste ano atípico de 2020, foi reduzido o número de pessoas a festejar no local da cerimónia, aliás como pediu o Alto Comissariado para a Covid-19 — a fim de prevenir um aumento das contaminações.

Guiné-Bissau celebra 47 anos de independência

É no meio das dificuldades, devido não só à pandemia de Covid-19 mas também à cíclica instabilidade política, que a Guiné-Bissau celebrou os seus 47 anos de independência.

A cerimónia foi prestigiada com a presença de quatro chefes de Estado africanos e vários ministros de países africanos vizinhos e europeus, incluindo o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal. Outros países, como o Líbano, o Reino Unido, estiveram representados pelo respetivo embaixador.

O país que Cabral libertou

O poder foi passado ao PAIGC-Partido Africano para a Independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde, fundado em 1956.

O ato unilateral de autoproclamação foi de imediato reconhecido por 80 países. Só no ano seguinte em novembro de 1974, Portugal reconheceu a independência da Guiné-Bissau e as Forças Armadas da ex-potência colonial entregaram formalmente o poder ao novel governo liderado por Luís Cabral, irmão do líder Amílcar Cabral assassinado em janeiro de1973.

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