Os protestos voltaram às ruas de Hong Kong ao longo desta última semana, repetindo o que aconteceu ao longo do último semestre de 2019. Mas desta vez com uma diferença marcante: os visados já não são os políticos hongkonguenses mas o poder em Pequim, segundo a correspondente do New York Times refere na edição de domingo, 25.
Hoje (5ªfª, 28) o parlamento em Pequim aprova a lei que limita a autonomia da região insular chinesa e colónia britânica até 1997.
Entre as medidas redactadas no novo texto legal está que o desrespeito ao hino nacional é punido com pena de prisão. É a resposta de Pequim a atos como os transmitidos durante a final do campeonato de futebol em Hong Kong em setembro: estudantes apuparam quando se ouviu o hino nacional chinês.
Para o secretário de Estado Mike Pompeo, citado pelo Washington Post, o território insular deixou de ser livre e perde assim o seu estatuto privilegiado junto da Casa Branca. Fontes: DW.de./SCMP/outras referidas.
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