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Ilha do Fogo: Empresa Fogo Coffee Spirit tem contrato com a multinacional Starbucks até 2020 e “possível” enceramento de lojas não a afecta 19 Abril 2018

O contrato de fornecimento de café comercial celebrado entre a empresa Fogo Coffee Spirit e a multinacional Starbucks, que dispõe de maior cadeia de cafetarias do mundo, está em vigor e só termina em 2020, disse Amarildo Baessa.

Ilha do Fogo: Empresa Fogo Coffee Spirit tem contrato com a multinacional Starbucks até 2020 e “possível” enceramento de lojas não a afecta

O responsável da Fogo Coffee Spirit explicou que, contrariamente à noticia divulgada, a Starbucks não vai fechar oito mil lojas, mas, que no dia 29 de Maio, irá fechar, por um dia, oito mil escritórios para reciclagem de 175 mil funcionários sobre questão de discriminação racional, o que, segundo o mesmo, não afecta o contrato de fornecimento existente.

Para este responsável, a multinacional está a expandir a sua rede para outros países, como a China e mesmo que se venha a fechar algumas lojas ,continuará com o processo de torrefacção para venda nos free-shop e nas cadeias de supermercados, não havendo por isso quaisquer problemas com o contrato que termina em 2020.

Depois de no ano passado a Fogo Coffee Spirit ter exportado cerca de 12 toneladas de café comercial (11.610 quilos) para os Estados Unidos, através do contrato de fornecimento estabelecido com esta multinacional, este ano a quantidade a ser disponibilizada não está ainda quantificada, mas não deverá ultrapassar as cinco toneladas.

A colheita de 2018 já terminou e segundo Amarildo Baessa “foi fraca e a empresa adquiriu cerca de metade da quantidade adquirida no ano passado, cerca de 36 toneladas de cerejas, uma média de seis a sete toneladas de café comercial”. Por isso, a quantidade a ser encaminhada para a multinacional será inferior a metade do ano transacto.

“Este ano, não houve grande produção, mas o clima também não favoreceu muito a colheita”, disse aquele responsável, indicando que a alteração climática ocorrido na época de colheita, com alternância entre período de sombra e de sol, acabou por influência no amadurecimento de café de forma não homogénea, o que levou a empresa a recusar algum café que não possuía a qualidade necessária.

Inicialmente, a previsão era para aquisição da mesma quantidade do ano passado, isto é, 79 toneladas de cerejas, mas a mesma foi revista para cerca de 60 toneladas no início da colheita, mas a fraca produção, aliada ao factor climatérico, fez com que a empresa ficasse apenas pelas 36 toneladas de cerejas.

O responsável da empresa não sabe ao certo qual é quantidade que será destinada a Starbucks, porque neste momento está-se na fase do processamento do café comercial e há a necessidade de separar o café que será enviado a esta multinacional, mas Amarildo Baessa acredita que poderá chegar a cinco mil quilos. Fonte: Inforpress

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