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Ilha do Fogo: FATA promove formação em gestão do museu e valorização do património cultural 24 Mar�o 2019

O projecto “Fogo, Água, Terra, Ar” (FATA), cuja finalidade é contribuir para desenvolvimento do ecoturismo sustentável e solidário e valorização do património cultural/social/ambiental, ministra uma formação em matéria de “gestão do museu e valorização do património cultural”.

Ilha do Fogo: FATA promove formação em gestão do museu e valorização do património cultural

A formação terá, segundo a Inforpress, a duração de cinco dias com sessões de seis horas cada e decorre entre os dias 25 a 29 de Março e é uma iniciativa que conta com a parceria do Instituto de Investigação do Património Cultural (IPC).

O objectivo desta acção é criar competências capazes de melhorar a oferta cultural seja destinada aos turistas como aos munícipes de uma forma geral e é destinado aos gestores de museus, espaços culturais e agentes turísticos da ilha do Fogo.

Além desta formação e a nível do protagonismo juvenil, enquadrado na campanha “N´KA MESTEL” e da elaboração do Código de Conduta, o projecto promove na próxima semana, de 25 a 29 de Março, a primeira acção formativa dirigida aos representantes da Associação dos Estudantes da Escola Secundaria Dr. Teixeira de Sousa, em São Filipe.

No quadro desta campanha, nos próximos meses, serão realizadas outras actividades formativas, devendo a campanha terminar no final do mês de Maio, coincidindo com o termino do projecto FATA.

Segundo a mesma fonte, neste momento, o projecto, co-financiado pela União Europeia tem em curso o quarto inquérito dirigido aos turistas que visitam a ilha do Fogo para conhecer as suas impressões sobre as ofertas e serviços prestados, visando a introdução de eventuais correcções.

O projecto FATA, implementado pela Organização Não-Governamental italiana (ONG) COSPE, é co-financiado pela União Europeia, em parcerias com outros promotores, num valor global de 576 mil euros, mais de 63 mil contos cabo-verdianos, dos quais a União Europeia entra com 75 por cento (%), mais de 432 mil euros e os promotores em conjunto com 25%., refere a Inforpress.

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