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Ilha do Sal: Delegado de Saúde apela às pessoas a evitarem vacinação sem agendamento 24 Agosto 2021

O delegado de Saúde do Sal voltou a apelar às pessoas no sentido de evitarem ir aos postos de vacinação sem agendamento, por forma a impedir aglomerações por causa disso e longo tempo de espera.

Ilha do Sal: Delegado de Saúde apela às pessoas a evitarem vacinação sem agendamento

Segundo escreve a Inforpress, José Rui Moreira, para quem a vacinação na ilha turística continua a um bom ritmo estando vacinadas mais de 20 mil indivíduos, chama, entretanto, a atenção das pessoas, no sentido de não irem vacinar mediante livre demanda, ou auto agendamento, já que isso cria embaraços nos postos que dispõem de um plano de vacinação diária.

Tendo em conta o número de casos e mortes que se vem registando ainda no País, o que mostra a nossa vulnerabilidade, segundo José Rui Moreira, todo o “cuidado é pouco” daí o esforço cada vez maior na parte da prevenção, incluindo a vacinação.

“Há muita gente por vacinar, por tomar as duas doses, para permitir melhor imunidade. Pessoas vacinadas têm menos probabilidade de morrer, de adoecer grave e evoluir para óbito”, acautelou o médico, explicando, todavia, que isso não anula a possibilidade de morte por causa da covid-19.

Isso porque, conforme esclareceu, a pessoa pode não ter adquirido imunidade suficiente que poderá evitar infecção grave, levando-a à morte.

“Todos têm de continuar a vacinar, a medida trouxe um sopro de esperança para o país, é um grande apoio, associado às outras medidas de prevenção, isto é, o uso da máscara e a lavagem das mãos, essencialmente”, aconselhou.

Lembrando que a vacinação é um acto colectivo, não só protecção individual, que o vírus não vai parar de circular enquanto não se atingir o índice de vacinação, a imunidade de grupo, uma barreira que impeça a circulação do novo coronavírus.

Neste contexto, admitindo que a procura, a afluência aos postos de vacinação é um “bom sinal”, José Rui Moreira referiu que essa procura está a provocar aglomeração, já que as pessoas não estão a obedecer às orientações.

Pelo que, insistiu, convém o agendamento de trabalhadores afectos a empresas públicas e privadas, enquanto o público, pessoas particulares, devem tirar um número, para que o processo decorra de forma tranquila e na normalidade.

“Temos uma organização, um plano de vacinação diária que permite fluidez. Mas as pessoas teimam no auto agendamento, na livre demanda, onde e quando entenderem… Isso complica o nosso trabalho e são elas mesmas a reclamarem do longo tempo de espera”, comentou.

José Rui Moreira concluiu dizendo que mesmo assim os serviços sanitários têm tentado gerir a situação para que a aglomeração não comprometa a saúde, já que é um factor de risco.

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