Com mais de um milhão e meio (1.759.759) de testes efetivados, a Índia decidiu abolir a medida dos dois testes negativos sucessivos como critério para dar alta aos doentes de coronavírus.
A letalidade — número de óbitos por milhão de habitantes —, no segundo país mais populoso do mundo é de 2, uma das taxas mais baixas do mundo. Comparativamente, Cabo Verde tem uma taxa de letalidade global de 0,9%, mas relativamente a doentes acima dos 60 anos cifra-se em 11%. A taxa de letalidade nos Estados Unidos é de 252, Nigéria 0,8, Portugal 115, hoje em que o número de óitos/contágios é respetivamente de 2/280, mais de 83 mil em mais de 1,4 milhão, 158 em 4.787, 1.175 em mais de 28 mil contágios.
Em Portugal, está a ser notícia o caso dum ator humorista que vai ser alvo de um estudo clínico, por parte do Hospital de Santo António, no Porto, depois de vários testes positivos para a Covid-19.
O dito, Fernando Rocha, realizou sete testes: cinco deram positivo, o quarto e o último, no sábado com resultado divulgado na segunda-feira, deram negativo.
O ator humorista explicou que deixou de sentir qualquer sintoma entre o primeiro e o segundo teste: «Foram precisos apenas cinco dias para ficar ’curado’». É essa razão, por que ele se tornou um caso de estudo.
Um caso de imunidade?
A equipa do Hospital de Santo António colheu uma amostra de sangue para perceber se estes testes positivos constantes podem, ou não, estar relacionados com algum tipo de imunidade ao coronavírus.
"Disseram-me que isto são apenas vestígios do vírus e que não são em quantidade suficiente para contaminar alguém".
Apesar de três testes positivos, o ator desde o quarto teste, que era o único negativo, deixou de estar isolado em casa e passou a conviver com a família, mas sem sair à rua.
Febres altas, vómitos e dores no corpo foram os sintomas que o alertaram de que poderia estar infetado com Covid-19, depois de uma viagem ao estrangeiro. Esse cenário acabou por se confirmar no dia 27 de março.
Fontes: Times of India/JN
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