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Israel anuncia morte de nº 2 de Al-Qaida — Operação conjunta com EUA no Irão 17 Novembro 2020

O egípcio Abu Muhammad al-Masri, procurado pelos bombardeamentos que causaram mais de duzentas mortes em frente a duas embaixadas americanas, no Quénia e Tanzânia em 07 de agosto de 1998, morreu aos 57 anos, no dia do vigésiimo-segundo aniversário da tragédia, em resultado duma operação conjunta Israel-EUA. Segundo fontes de Israel e dos Estados Unidos divulgaram hoje (2ª fª, 16), a "eliminação" do vice-líder do Al-Qaida, teve lugar numa rua da capital iraniana, Teerão.

Israel anuncia morte de nº 2 de Al-Qaida — Operação conjunta com EUA  no Irão

Há 22 anos que os Estados Unidos e o Estado de Israel cooperavam para encontrar e eliminar o alto dirigente do Al-Qaida, responsável pela operação simultânea em que camiões com explosivos rebentaram em frente às embaixadas dos Estados Unidos em Nairobi e Dar-es-Salam.

A colaboração em busca de Abu Muhammad al-Masri ganhou novo alento com a decisiva atuação de há três meses. A pressão sobre Teerão realizada pela administração Trump forneceu o enquadramento para a ofensiva sobre o dirigente islamo-radical, que procurado pela justiça internacional tinha encontrado refúgio no Irão.


Do futebol para soldado de Alá

Abu Muhammad al-Masri nasceu no Egipto como Abdullah Ahmed Abdullah. Antes de trocar para o nome de guerra, foi futebolista profissional do Ghazl el Mehalla, da sua terra natal, El Mehalla El Kubra, cidade a uns oitenta quilómetros a norte da capital, Cairo.

O clube GHA, como é conhecido, integra a primeira-divisão egípcia e entre as suas proezas inclui a vitória no campeonato egípcio em 1972–73, o segundo lugar (vice-campeão, batido pelo Congo-Brazzaville) na CAF em 1974.

A sua biografia inclui a participação, nos anos oitenta, na guerra do Afeganistão contra a URSS (1979-89).

Fontes: CNN/BBC/...Fotos: Número dois do Al-Qaida, Abu Muhammad al-Masri. Planificou em 1998 os bombardeamentos nas embaixadas americanas do Quénia no centro de Nairóbi, a que se seguiu outro em Dar-es-Salam, a maior cidade da Tanzânia (de que foi capital até ser substituída por Dodoma a partir de 1974, num processo de descentralização que só terminou em 1995).

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