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Israel condena australiano — que recusa pagar 3 milhões de pensão de alimentos — a ficar no país até 31 de dezembro de 9999 01 Janeiro 2022

O número é fantástico, mas bem real na sentença proferida esta quarta-feira por um tribunal israelita que, num atribulado processo de fixação de pensão de alimentos, condenou um australiano à obrigação de ficar no país até 31 de dezembro de 9999 (aproximadamente 8 mil anos) – ou até que ele pague inteiramente a pensão alimentícia a seus dois filhos com uma mulher israelense).

7978 anos, aos quais se somam os já oito em que o cidadão Noam Huppert, de 44 anos, está impedido de deixar o país onde entrou em 2012 para poder estar junto dos dois filhos pequenos.

Noam relatou (ao website da referência) que a esposa israelita deixou a Austrália com os dois filhos e já em Israel pediu o divórcio.

Com o processo judicial a correr, surgiram divergências sobre o montante da pensão para sustentar os filhos até à maioridade, a pagar antecipadamente. O tribunal em 2013 interditou-lhe a saída — quer para trabalhar quer para férias — enquanto não pagar o montante estipulado.

Ativistas que combatem o "sistema legal caraterizado por medidas draconianas" no capítulo do direito de família — denunciam que há ‘centenas’ de estrangeiros que cairam nas malhas do sistema.

O australiano Noam Huppert tem porém uma opção, mas que ele não quer tomar: pagar à ex-mulher os três milhões AUD (dólares australianos) que o tribunal fixou como valor de pensão de alimentos até à maioridade dos dois filhos.

Fontes: news.com.au./The Independent.

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