MUNDO INSÓLITO

A SEMANA : Primeiro diário caboverdiano em linha

Ivanka Trump "a" primeira presidente se depender do lobby judaico 22 Outubro 2020

O democrata Sanders falhou duas oportunidades, em 2016 e 2020 para se tornar o primeiro presidente judeu dos Estados Unidos. Mas a republicana Ivanka pode bem vir a ser a primeira. Convertida pelo casamento...

Ivanka Trump

Em outubro a notícia parecia surreal: na primeira democracia mundial, o presidente ultrapassando a Constituição que estabelece que o seu substituto é Mike Pence, o vice-presidente, cogitava colocar a filha a substitui-lo na Casa Branca. Mas a hipótese, diz a imprensa americana, já surgiu entre os cenários que um dos aliados do G7 tem sobre a mesa.

Trump "rompeu com todas as normas, portanto é possível, sim", disse uma fonte dum país do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) ao jornalista Babriel Sherman, da Vanity Fair.

Em artigo publicado, no primeiro domingo do mês corrrente, na revista americana cuja receita de sucesso combina cultura pop, moda e política, Sherman apresenta os questionamentos que os aliados dos Estados Unidos têm sobre a mesa nesta altura da presidência "fora das normas".

Entre tais normas, que Trump não segue, estão as relativas aos deveres fiscais — Trump recusa o dever constitucional de informar sobre as suas finanças. Nunca visto desde que a lei foi votada há meio século. Em 2017, já presidente, pagou 750 dólares de impostos, tal como em 2016 (Debate Trump-Biden..., 30.set.020). É o primeiro presidente em toda a história do país independente desde 1776 a alegar fraude eleitoral), etc., etc.

Nestes quase quatro anos, o comportamento de Trump deixou de surpreender, de há muito. Mas o de Ivanka em fins de junho de 2019, na cimeira do G20, em Osaka, suscitou a pergunta: «Trump filha estará a treinar-se para ser "a" primeira presidente?». É que na conversa entre os líderes mundiais Emmanuel Macron, Theresa May, Justin Trudeau e Christine Lagarde, o vídeo mostra de súbito a filha de Trump a entrar no grupo, o que leva a então diretora do FMI a lançar à Primeira Filha um olhar reprovador ou irritado.

Embora vista na altura como mais uma das peripécias em volta de Trump nos encontros de líderes mundiais, o episódio na cimeira de Osaka, Japão — com Ivanka Trump a meter-se na conversa entre o presidente francês, a primeira-ministra britânica demissionária, o primeiro-ministro canadiano e a diretora-geral do FMI — pode vir a tornar-se realidade.

Agenda de Ivanka?

O vídeo da conversa, partilhado pelo palácio do Eliseu nas redes sociais, levou a esfera mediática a perguntar-se se Ivanka Trump estaria a fazer o tirocínio para a presidência (EUA: Trump filha estará a treinar-se para ser "a" primeira presidente?, 01.jul.019).

O que diziam? Macron estava a comentar sobre ’justiça social’ e Theresa May respondeu-lhe que "os cidadãos percebem se a economia tem essa preocupação". É então que a Ivanka Trump introduz um novo tema, o da "indústria de defesa que é dominada pelos homens".

Os analistas entendem que deve haver uma agenda escondida por trás dessa omnipresença da filha do presidente dos Estados Unidos, a “First Daughter” nas cimeiras mundiais.

Outros membros do gabinete de Trump «são quase invisíveis se comparados à Ivanka Trump e mesmo ao marido dela, Jared Kushner", como diz por exemplo, o Financial Time, "São os únicos da Casa Branca que se pensa serem imunes à expressão máxima de Trump: “Está despedido/a!”».

Fontes: referidas. Foto da Cimeira do G20, Osaka. Ao centro, Trump e a filha — a estagiar para presidente?

Os artigos mais recentes

100% Prático

publicidade





  • Mediateca
    Cap-vert

    Uhau

    Uhau

    blogs

    publicidade

    Newsletter

    Abonnement

    Copyright 2018 ASemana Online | Crédito: AK-Project