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José Luís Hopffer Almada apresenta livro “DEFLAGRAÇÕES” em Lisboa 05 Novembro 2021

O autor José Luís Hopffer Almada, em parceria com a Slpeen Edições e o - Centro Cultural de Cabo Verde (CCCV) apresenta na tarde desta sexta-feira, 05, o livro de poesias "Deflagrações". O ato acontece no Centro Cultural de Cabo Verde, localizado na Rua de São Bento, em Lisboa – Portugal.

José Luís Hopffer Almada apresenta livro “DEFLAGRAÇÕES” em Lisboa

Segundo a organização, a apresentação do livro de poesias “DEFLAGRAÇÕES” conta com as presenças do Professor José Luís Pires Laranjeira, Eduardo Rodrigues Fernandes, Abílio Bragança Neto e Ricardo Riso. Também haverá recital de poesia pelo Grupo Tapoé, composto por Carla Correia, Charlie Mourão, José Luís Hopffer Almada, Luís Lobo, Manuel Estevão e Regina Correia; e, ainda, um momento musical com Carla Correia, Heloisa Monteiro e Tonecas Lima.

Percurso do autor

Conforme fontes deste jornal, José Luís Hopffer Cordeiro Almada é jurista, ensaísta, poeta, analista e comentador político residente do programa Debate Africano, da RDP-África (transmitido também durante algum tempo pela RTP-África). Nasceu a 09 de dezembro de 1960 no sítio de Pombal, na Freguesia e no Concelho de Santa Catarina da ilha de Santiago do arquipélago de Cabo Verde.

É Licenciado em Direito pela Universidade Karl Marx, de Leipzig na antiga República Democrática Alemã (RDA), é pós-graduado em Ciências Jurídicas, em Ciências Políticas e Internacionais e em Ciências Jurídico-Urbanísticas pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa. Foi Técnico Superior da Secretaria Geral do Governo, da Secretaria de Estado da Promoção Social, do Instituto Nacional da Cultura e do Instituto Nacional do Património e da Investigação Culturais. Desempenhou as funções de Diretor do Gabinete de Assuntos Jurídicos e Legislação da Secretaria Geral do Governo.

Associado a diversas iniciativas culturais em Cabo Verde, como o Movimento Pró Cultura (1986-1998), o suplemento cultural Voz di Letra do jornal “Voz di Povo” e ao programa radiofónico “Gentes, Ideias, Cultura” (transmitido em 1986-1987 pela Rádio Nacional de Cabo Verde). Foi Diretor da revista “Fragmentos” (1987-1998), Presidente do Conselho de Administração da revista Pré Textos, cofundador da SpleenEdições (1993) e dirigente da Associação de Escritores Cabo-Verdianos (1989-1998). Foi igualmente, membro da Comissão Nacional para a Apreciação do Acordo Ortográfico do Rio de Janeiro sobre a Língua Portuguesa (1986), da Comissão Nacional da Língua Cabo-verdiana (1990), do Conselho Nacional da Cultura (1990) e do Grupo para a Padronização do Alfabeto Unificado para a Escrita do Cabo-Verdiano (1994). Foi sucessivamente Vice-Presidente e Presidente da Direção da Associação Cabo-verdiana de Lisboa, tendo dirigido o seu Departamento de Cultura de 2012 a 2020, no quadro do qual fundou e coordenou a revista online Mundo Cabo-verdiano.

José Luís Almada tem participação regular em colóquios, conferências e congressos, tanto em Cabo Verde como em outros países, nomeadamente Senegal, Cuba, a Bélgica, o Brasil, Angola, Portugal, a Holanda, a Suíça, Moçambique e a Itália. Foi e é colaborador de vários jornais e revistas culturais e jurídicas (incluindo as de formato eletrónico), com destaque para “Voz di Letra” (suplemento literário do jornal Voz di Povo), Fragmentos, Ponto & Vírgula, VP- Caderno 2 (suplemento cultural do jornal Voz di Povo), Pré-Textos, A Semana, Correio 15, Direito e Cidadania, C(K)ultura (revista do Ministério da Cultura de Cabo Verde), África-Debate, Lusografias, Cahiers Lusophones, A Semana, Kriolidadi (suplemento cultural do jornal A Semana), O Liberal, A Nação, Tertúlia Crioula, TriploV, Buala, Cultura (Revista de Artes e Letras do Jornal de Angola), Revista Desafios (da Cátedra Amílcar Cabral da Universidade de Cabo Verde), Santiago-Magazine, entre outros.

Está representado em diferentes coletâneas e antologias poéticas e ensaísticas, nacionais e estrangeiras, com destaque para Changing Africa - The First Literary Generation of Independent Cape Verde, de Gerald Moser; Criolo ou Black Portuguese, organizada por Dulce Araújo; Vozes Poéticas da Lusofonia, organizada por Luís Carlos Patraquim; Rostos da Língua, organizada por Eduardo White, Cabo Verde- Insularidade e Literatura, organizada por Manuel Veiga; Cape Verde- Language, Literature & Music, coordenada por Ana Mafalda Leite); Cabo Verde - Trinta Anos de Cultura, organizada por Filinto Elísio Correia e Silva, Daniel Spínola e Joaquim Morais; Claridade- A Palavra dos Outros, organizada por Auzenda Silva e Fátima Bettencourt; Entre África e a Europa – Nação, Estado e Democracia em Cabo Verde, organizada por Cristina Montalvão Sarmento e Suzano Costa; Claridosidade, organizada por Filinto Elísio Correia e Silva e Márcia Souto.

Autor de vários estudos e ensaios nas áreas literária, cultural e jurídica, organizou Mirabilis – de Veias ao Sol (Antologia Panorâmica dos Novíssimos Poetas Cabo-verdianos (1991; reimpressão corrigida de 1998) e O Ano Mágico de 2006 – Olhares Retrospetivos sobre a História e a Cultura Cabo-Verdianas (2008). Publicou: À Sombra do Sol, Volume I e Volume II (1990); Assomada Noturna (1993), Assomada Noturna (Poema de Nzé di Sant’ y Águ) (2005); Praianas (Revisitações do Rua de São Bento, Portugal, Tempo e da Cidade) (2009), Rememoração do Tempo e da Humidade (Poema de Nzé de Sant´y Ago) (2015/2016) e Sonhos Caminhantes (2017), Germinações e Outras Restituições de Março - Uma Antologia Pessoal (2019).

Tem utilizado vários nomes literários, nomeadamente Zé di Sant´y Águ, Nzé di Sant’ y Águ (agora grafado Nzé de Sant´y Ago), Amizé di Sant´y Águ, Ezeami di Sant´y Águ, Alma Dofer, Alma Dofer Catarino e Erasmo Cabral de Almada para a escrita de poesia, Dionísio de Deus y Fonteana, para a escrita de textos de ficção e de prosa literária em português e em crioulo, e Tuna Furtado para a escrita de artigos e de ensaios de intervenção cultural. Foi condecorado com a Medalha de Mérito Cultural de Primeira Classe, do Governo de Cabo Verde, e com a Medalha da Ordem do Vulcão, outorgado pelo Presidente da República de Cabo Verde, concluem as fontes deste jornal.

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