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Literatura: Daniel Medina eleito presidente da Academia Cabo-verdiana de Letras 13 Janeiro 2020

O jornalista e escritor Daniel Medina foi eleito, neste sábado,11, presidente da Academia Cabo-verdiana de Letras e prometeu que a sua liderança vai dar a continuidade com as linhas gerais do processo iniciado com o poeta Corsino Fortes.

Literatura: Daniel Medina eleito presidente da Academia Cabo-verdiana de Letras

Em declarações à Inforpress, o também professor universitário explicou que a sua escolha aconteceu durante uma assembleia-geral da organização realizada hoje, numa eleição que só tinha uma lista, nomeando ainda Vera Duarte para presidente da mesa de assembleia e António Ludjero Correia para a liderança do conselho fiscal.

O novo presidente garantiu que vai haver a dinamização da literatura, aprofundamento da identidade cultural através da cultura e uma proximidade com o público que está ligado à escrita e leitura, para que haja sempre a melhor mensagem espiritual, técnica e literária.

“A missão da Academia Cabo-verdiana de Letras é essencialmente de apoiar os académicos, escritores, confrades e a literatura cabo-verdiana, procurando sempre a melhor via possível na literatura para se contar história da literatura cabo-verdiana a fim de desenvolver a escrita e a identidade nacional”, declarou, assegurando que é uma missão com “imensa honra”.

O desafio da Academia tem que ver com a continuidade de provocar a maior dinâmica no seio da organização, continuar os trabalhos iniciados e resolver determinadas questões financeiras, já que têm pouco apoio como instituição.

Apesar das dificuldades, Daniel Medina avançou que vão continuar a promover “imensas actividades” quinzenais e mensais, com o objectivo de divulgar a cultura e literatura.

Daniel Medina é um dos membros fundadores da Academia Cabo-verdiana de Letras, tendo desempenhado por duas vezes a função de presidente do conselho fiscal e também vice-presidente daquela organização.

A Academia Cabo-verdiana de Letras é uma organização que engloba escritores de destaque e com livros de “maior realce” no país.

Foi fundada pelo poeta Corsino Fortes e, desde então, outras pessoas deram continuidade ao projecto, que actualmente conta com 40 cadeiras dos chamados “imortais”, que são pessoas que escreveram “coisas tão relevantes” ao ponto de se tornarem imortal como é o caso de Amílcar Cabral, Eugénio Tavares, Pedro Cardoso, entre outros escritores, conclui a Inforpress.

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