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Mais 780 casos de covid-19 e 6 mortes. Portugal ultrapassa as 20 mil infeções ativas 20 Setembro 2020

O boletim epidemiológico da DGS desta exta-feira refere ainda que estão hospitalizados 465 doentes (menos 15 do que ontem), 57 destes encontram-se nos cuidados intensivos (menos dois).

Mais 780 casos de covid-19 e 6 mortes. Portugal ultrapassa as 20 mil infeções ativas

Conforme o jornal Diário de notícias, em Portugal, nas últimas 24 horas (até sexta-feria) morreram mais seis pessoas e foram confirmados mais 780 casos de covid-19 (um crescimento de 1,2% em relação ao dia anterior). Segundo o boletim epidemiológico da DGS desta sexta-feira (18 de setembro), no total, desde que a pandemia começou, registaram-se 67 176 infetados, 45 053 recuperados (mais 259) e 1 894 vítimas mortais no país.

Estima-se que a região com o maior número de infetados nas últimas 24 horas é novamente Lisboa e Vale do Tejo, que acrescentou 426 novas infeções (54,6% do total diário), para além de ser aqui que se encontram os seis óbitos registados no dia anterior. Há, neste momento, 20 229 doentes portugueses ativos a ser acompanhados pelas autoridades de saúde, mais 515 do que ontem.

Seguem-se o Norte (mais 250 casos), o Centro (mais 46), o Alentejo (mais 36), o Algarve (mais 20) e a Madeira (mais dois).

Nesta sexta-feira, há mais dez novos casos do que ontem, quando foram notificadas mais 770 infeções. O que faz com que seja preciso recuar até dez de Abril para encontar um dia em que tenham sido confirmados mais novos casos. Na altura, foram 1516.

É de recordar que na sequência do "contínuo aumento" de casos do último mês, o primeiro-ministro convocou, esta manhã, uma reunião de urgência do gabinete de crise da covid-19, em São Bento. À saída, António Costa alertou os portugueses para que "a manter-se esta tendência chegarão aos mil novos casos por dia certamente na próxima semana" e que depende de cada pessoa contrariar ao máximo o risco de infecção, seguindo sempre as regras sanitárias.

Primeiro-ministro disse que, agora depende da responsabilidade de cada um de nós, defendendo que "não podemos voltar a parar o país como parámos em Março". "O custo pessoal do confinamento foi brutal e não podemos passar por isto tudo outra vez", finalizou a mesma fonte.

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