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Manuel confessa homicídio 11 anos depois "para dar paz à alma do João" 08 Dezembro 2022

A família da vítima esperou onze anos para poder enterrar João Paulo Azevedo. O famalicense de 34 anos estava desaparecido desde janeiro de 2008, depois de uma saída com o amigo Manuel Costa.

Manuel confessa homicídio 11 anos depois

Em finais de 2018, Manuel Costa apresentou-se na esquadra de Vila Nova de Famalicão e fez a confissão do crime "para dar paz à alma do João", que deixou enterrado num pinhal em 2008.

Confessou que desde o dia da tragédia, havia quase onze anos, vivia esmagado com a consciência da sua culpa, de não ter dado uma sepultura digna ao amigo.

Mas, alega, o homicídio foi acidental. Contou que foi a testar a caçadeira de dois canos sobrepostos — que João Paulo trouxera nesse dia — que se deu a tragédia. Um disparo só e João caiu, morto.

Falta de investigação dá crime perfeito

Fontes: JN.pt/SIC

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