OPINIÃO

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Candidatura presidencial de José Maria Neves: Março auspicioso Março! 21 Mar�o 2021

O próximo e novo governo, vai herdar uma situação muito complexa, em que é preciso uma voz autorizada para ajudar na criação dos consensos fundamentais e a gerir o conatural conflito político Situação versus Oposição, por forma a que este não se exacerbe artificialmente e conduza a mais oportunidades perdidas para a Nação. José Maria Neves é esse líder!

Candidatura presidencial de José Maria Neves: Março auspicioso Março!

Março auspicioso Março!

José Maria Pereira Neves apresentou-se aos cabo-verdianos, como estadista de corpo inteiro, fazendo o tão ansiado anúncio de sua candidatura à Presidência da República.

Não frustrou as enormes expectativas dos milhares que aguardavam por esse dia, essa mensagem e esse Candidato!

Com a sua habitual maestria comunicacional, sereno, convicto e determinado, disse ao que vem, das suas motivações, dos tempos difíceis que a Nação enfrenta e do imperativo de um Presidente da República que não se queda, que não se deve ficar tão-somente no papel de árbitro do sistema de governo, por mais importante que seja essa função. Um Presidente ouvidor, que convoca, congrega e mobiliza todas as energias da Nação na luta, primeiro, para debelar a Pandemia e ultrapassar os seus impactos sociais, psicológicos e económicos terríveis; segundo para dar o salto que o país precisa, na senda do Desenvolvimrnto.

Se a vertigem do Mundo Global trouxe incertezas, o Mundo Global Pandémico viu essas incertezas crescerem exponencialmente.

Um líder deste Mundo actual tem de protagonizar, para ser bem-sucedido, uma liderança (passe a redundância) que rompe com o perfil de líder acomodado no business as usually do final do século XX. Mormente se for um líder de um pequeno país insular, submetido a um complexo de vulnerabilidades e fortemente dependente, ainda, da Ajuda Pública ao Desenvolvimento, da Remessa dos Emigrantes (fiduciária e em espécie) e do Turismo.

Vivemos tempos precipitados e adiantados a si mesmos. José Maria Neves, que tem vindo a partilhar, nas redes sociais e noutros meios e espaços, a sua visão estratégica e reflexiva, confirmou-nos que será o Presidente da República talhado para estes tempos, em que a pós pandemia é, ainda, um ténue piscar de luz no fundo do túnel, se merecer como esperamos, a primazia do voto popular.

O próximo e novo governo, vai herdar uma situação muito complexa, em que é preciso uma voz autorizada para ajudar na criação dos consensos fundamentais e a gerir o conatural conflito político Situação versus Oposição, por forma a que este não se exacerbe artificialmente e conduza a mais oportunidades perdidas para a Nação. José Maria Neves é esse líder!

Ele o disse: será o PR que agirá no sentido de construir parcerias internacionais públicas e privadas para alavancar financeiramente o salto que o país tem de dar.
Falou como um Presidente dessa nossa República que se (con)funde na Nação, em que as comunidades emigradas pertencem por inteiro a esse "Nós Global" ou, na exacta e feliz asserção de José Maria Neves, ao nosso "Estado transnacional".

Este candidato trouxe novas categorias de construção do real nacional, adequadas aos novos e complexos desafios.

José Maria Neves é um líder com uma capacidade provada, de gerir o inesperado, de lidar com crises e situações complexas que exigem processos decisórios céleres. Essa é uma garantia de elevada valência num PR dos tempos actuais e imediatamente vindouros.

Fá-lo por dom natural, por treino do seu já longo e rico percurso de cidadão e político-estadista; fá-lo por formação de berço e académico-profissional, que o leva a ser um ouvinte activo, cultor do diálogo e da humildade dos que aprendem com os outros, seja qual for a sua extração social; fá-lo como um bom negociador, que sabe tomar decisões partilhadas mas que assume as suas consequências.

O imperativo de defesa da Democracia e da Sociedade Aberta, no Mundo e na nossa República, contra os seus mais perigosos inimigos, porque "contra o sistema, pertencendo ao sistema", v.g. os populismos dos dois extremos do espectro político e o ileliberalismo é, em simultâneo com os desafios que a pandemia nos impõe, o foco de atenção de José Maria Neves.

Já o tinha demonstrado na sua recente obra "Nos Tempos da Pandemia", que revela o amadurecimento de um pensamento político estratégico, que lida bem com a complexidade do mundo hodierno, a partir de pensadores actuais e clássicos das Ciências e Sociologia Políticas, da Economia e da História, entre outras disciplinas do conhecimento, onde se nota a fecundação mútua do estadista e do académico.

A Nação sentiu um outro respirar! A respiração de uma brisa fresca que nos convoca à união na diferença, à democracia sem exclusão, à perseverança na resiliência, a uma sociedade muito mais justa, "Pa tude cimbron, tude criston, ter direite a sê gota d’ága"!

Saravá José Maria Pereira Neves!

Continuamos juntos!

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