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Ministro das Comunidades diz que Governo está a acompanhar situação de cabo-verdianos na Ucrânia 17 Mar�o 2022

O Governo de Cabo Verde está a acompanhar “com muita atenção” a situação de cidadãos nacionais, já identificados, que estão neste momento na Ucrânia, palco da invasão russa, disse hoje à Inforpress o Ministro das Comunidades, Jorge Santos.

Ministro das Comunidades diz que Governo está a acompanhar situação de cabo-verdianos na Ucrânia

À margem de uma conferência virtual com os representantes das comunidades Cabo-verdianas em Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Senegal, Jorge Santos disse que o Governo está a acompanhar a situação internacional com esta nova realidade da invasão da Ucrânia por parte da Rússia, “com muita preocupação” porque há cabo-verdianos de origem na Ucrânia, neste momento já identificados.

“Já estamos num processo de ver a possibilidade de ajudar. Já solicitaram, inclusivamente, esse apoio, e, através da nossa embaixada em Bruxelas, o processo está em curso”, disse.

Sobre os efeitos desta guerra, Jorge Santos disse que o Executivo está a acompanhar também “com muita preocupação” porque Cabo Verde, praticamente, importa a maior parte do que consome, não só a nível alimentar, como também a nível das energias, principalmente fóssil, não só o gás como também o próprio petróleo.

“Com essa escalada de preços que vêm na sequência dessas invasões com certeza que a situação já é sentida neste momento em Cabo Verde. Com certeza que o Governo está atento a essa situação para fazer a melhor gestão possível, principalmente do stock do equilibre alimentar de Cabo Verde, não só aqui, mas também a nível dos combustíveis”, frisou.

Jorge Santos disse que se está a acompanhar também a situação dos países da Europa, que estão mais próximos deste conflito, onde existe uma grande preocupação das comunidades cabo-verdianas ali radicadas.

“Estou a regressar de uma digressão da Holanda, da França e pude testemunhar o quanto as nossas comunidades estão preocupadas com a situação e que nós todos desejamos que chegue a uma forma racional. Que haja diplomacia, entendimentos e que o acordo de paz seja assinado o quanto antes para travar esta que é uma guerra inesperada, sem justificação e sem qualquer significado”, concluiu.

A Semana com Inforpress

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