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Fogo: Candidatos debatem transportes, agricultura e bipolorização polítca 09 Abril 2021

No Fogo prossegue o corpo-acorpo no terreno entre os três partidos concorrentes às legislativas de 18 de Abril. A candidatura do MpD propõe, depois do falhnaço das promesssas no setor dos transportes na legisltura que ja terminou, dotar a ilha de uma ligação marítima “previsível e frequente”. Já o PAICV considera que o governo do MpD “desinvestiu” no mundo rural que quer relançar com mais água e projectos de desenvolvimento local. A UCID estabelece, por sua vez, como meta atingir os dois mil votos para eleger um dos cinco deputados pelo círculo eleitoral do Fogo.

Fogo: Candidatos debatem transportes, agricultura e bipolorização polítca

O Movimento para a Democracia (MpD), governo nos últimos cinco anos, quer dotar a ilha de uma ligação marítima “previsível, frequente, regular, confortável, segura e convidativa”. Mas pretende também continuar a melhorar os transportes aéreo e marítimo, por considerar que a funcionalidade do porto de Vale dos Cavaleiros é “limitada e imprevisível”.

Para a lista ventoinha às legislativas de 18 de Abril, as apostas passam pela realização de um estudo sobre a possibilidade de a ilha ter um porto alternativo. Mas faz questão de saleintar que quenqto que isso náo aconteça tem que se dar a continuidade de investimentos no porto de Vale dos Cavaleiros, visando criar melhores condições para o seu fucionamento e sua modernização.

Mas os desafios da equipa liderada por Filipe Santos nao ficam por aí. Conforme defende, a iluminação da pista do aeródromo de São Filipe, prometido em 2016, não foi concretizada, mas a candidatura do MpD quer que o Fogo seja uma ilha com elevada conectividade aérea. Por isso, além da iluminação, propõe que esta infraestrutura seja transformado num aeroporto de médio porte para receber voos nocturnos e garantir melhor acessibilidade.

Ainda no domínio de transporte, o cabeça de lista, Filipe Santos, propõe criar uma rede de teleféricos para atravessar a ilha como meio de transporte e actrativo turístico.

Esta quarta-feira,7, com a presença do presidente do partido, Ulisses Correia e Silva, a caravana vetoinha realizou uma passeata pelas ruas de São Filipe e deslocou-se aos Mosteiros, via Santa Catarina, com pequena paragem na cidade de Cova Figueira. Nos Mosteiros teve um encontro com a população da localidade de Cutelo Alto e em São Filipe encontrou-se com residentes do Bairro III Congresso.

Já o PAICV considera que o governo do MpD falhou para com a ilha do Fogo e Cabo Verde em todos os sectores, mas sobretudo com o mundo rural ao “desinvestir” neste setor, reduzindo o investimento que era de 3.5 milhões de contos/ano para menos de um milhão de contos.

Os argumentos e estratégias que a candidatura do MpD quer passar de que não cumpriu as promessas por causa das secas e da pandemia, Eva Ortet contrapõe, desmontando que a seca é um fenômeno que ocorre com frequência em Cabo Verde, sublinhando que um governo que se preze deve, nas situações de seca, trabalhar para demonstrar que conseguiu dar volta à situação.

Para a mesma, também desculpa de que a pandemia de Covid-19 dificulou o cumprimento das promessas não é aceitalval, porquando a doneça chegou a 19 de Março de 2020n e o MpD governou de 2016 a 2019 sem pandemia, com um crescimento de cinco por cento (%) e dinheiro “que nunca mais acaba”, como afirmou o Vice-Primeiro-ministro Olavo Correia.

Eva Ortet critica que, na ilha do Fogo, nem o projecto de abastecimento de água de Inhuco/Campanas de Cima, que beneficia mais de cinco mil pessoas - que o governo do MpD encontrou com todos os materiais necessários nos armazéns na ilha e com financiamento garantido- foi concretizado, lembrando que para a sua implementação bastava “só um pouco de vontade política” do autal executivo de Ulisses Correia e Silva.

Esta quarta-feira, a candidatura do PAICV esteve em contacto porta-a-porta nas localidades de Galinheiro, Salto, Curral Grande e Lém de Baixo. Teve ainda encontros com a população de Galinheiro e Às-Hortas.

A equipa concorrente da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID) fixou como meta para estas eleições a obtenção de dois mil votos de modo a poder eleger, ao menos, um dos cinco deputados da ilha do vulcão.

Nos contactos porta-a porta-a o partido, através do seu cabeça de lista, Pedro Ribeiro e de todos os integrantes da equipa, tem transmitido a mensagem e apelando aos eleitores para o “voto consciente e equilibrado”na UCID.

A aposta é sensibilizar e fazer os eleitores entenderem que não devem votar de forma fanática e que o voto é a principal “arma” que o povo possui para fazer valer os seus direitos.

Nos seus contactos, a UCID não se cansa de pedir mais equilíbrio estratégico na divisão dos cinco deputados que a ilha elege para o Parlamento Nacional. Mas para que para a sua lista consiga tal objectivo precisa de obter pelo menos dois mil votos.

Pdro Ribeira admite ser uma meta possivel de atingir, somando os votos de todos os très concelhos. Caso consiga este onjetivo, Ribeiro garante que vai trbalahr defender os interesses da ilha e da sua gente e não da UCID.

A candidatura da UCID não programou, neste quarta-feira, quaisquer acções de campanha no terreno.

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