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Nova Zelândia: Mais de mil em "comboio da liberdade" contra vacina obrigatória — Polícia detém 120 11 Fevereiro 2022

A polícia neozelandesa prendeu cento e vinte de entre as mais de mil pessoas que acamparam em frente ao parlamento esta quinta-feira, 10. "Jacinda (Ardern) está contra nós", disse ’Dave’, um dos mais de mil manifestantes que chegaram de todo o país no "comboio da liberdade", contra a obrigatoriedade da vacina anti-Covid.

Nova Zelândia: Mais de mil em

Na Nova Zelândia o "comboio da liberdade" — o movimento que em países como a França, o Canadá se opõe à vacina anti-Covid que os governos tentam tornar obrigatória — acontece no momento em que se registam 53 óbitos e 18.837 infeções (12.884, em dezembro), e atinge 92,6 por cento de taxa de vacinação anti-Covid (99,08% com pelo menos uma dose).

Apesar destes números que colocam o país — de cinco milhões de habitantes — no topo do sucesso da luta anti-Covid, cresce entre os neozelandeses a insatisfação com as medidas draconianas impostas pelo governo trabalhista.

A primeira-ministra, Jacinda Ardern, reeleita com históricos níveis máximos, viu neste início de ano a sua aprovação cair para mínimos também históricos.

Fontes: Herald News.nz/New Zealand News/Reuters. Relacionado: Neozelandês vacinou-se 10 vezes contra Covid-19 no mesmo dia, 12.dez.021. Fotos (NZHerald/AP): Inspirados pelos protestos dos camionistas no Canadá, milhares de manifestantes neozelandeses bloquearam as ruas perto do parlamento na capital Wellington com camiões, carros e motos.

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