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Tailândia: Seis deixaram gruta de Tham Luang e três estão no hospital, operação continua 2ªfª 08 Julho 2018

Os primeiros três miúdos emergiram na noite deste domingo (meio-dia de Cabo Verde) da escuridão da gruta e foram de imediato transportados de helicóptero para o hospital da região. Outros três estavam na “câmara 3” a meio-percurso, onde médicos avaliam a sua condição física antes de prosseguirem a viagem subterrânea com os mergulhadores da equipa de resgate.

Tailândia: Seis deixaram gruta de Tham Luang e três estão no hospital, operação continua 2ªfª

Os primeiros miúdos, da equipa de treze encurralada na gruta de Tham Luang, emergiram cerca das 18 horas deste domingo (menos 8H em Cabo Verde), no (quase) final feliz de uma arriscada operação que pôs o mundo em suspense sobre a sorte dos treze membros da equipa juvenil de futebol.

A Marinha Real, responsável pela operação de resgate, confirmou à imprensa que, após sairem os três primeiros, um quarto miúdo pôs os pés em terra às 19H47, hora local.

Foi apenas divulgado o nome do primeiro: Mongkol Boonpiem, de 13 anos.

Prevê-se que a operação pode estar concluída até o final do dia de terça-feira, se se mantiverem as boas condições atmosféricas que estão a permitir o resgate.

Decisão surgiu às dez horas de domingo

A previsão de que as águas podem subir nas próximas 72 horas levou a equipa de salvamento a tomar a decisão arriscada de retirar os treze através das águas subterrâneas do complexo de grutas, em vez da retirada através do maciço montanhoso, que estava a ser também estudada.

É uma operação com riscos vários, dado o longo percurso subterrâneo a ser feito, por miúdos que estão debilitados após quinze dias encurralados na gruta.

As águas subterrâneas estão cheias de lama, a visibilidade é nula e sobretudo, há vários pontos do percurso que são tão estreitos que os experientes mergulhadores da Marinha Real Tailandesa têm de tirar o equipamento para poderem atravessá-los.

Primeiro-ministro pediu mais responsabilidade e menos drama ao público

O primeiro-ministro, Prayut Chan-o-Cha, advertiu em conferência de imprensa que os esforços têm de ir todos para salvar a equipa juvenil. Pediu por isso “mais responsabilidade e menos drama” tanto na divulgação de notícias como nos comentários que o público tem vindo a fazer sobretudo nas redes sociais.

“As instituições estão a trabalhar para trazer os rapazes sãos e salvos. O mais importante é que o resgate se faça em segurança e os rapazes como bons membros da sociedade aprendam com as suas ações”, disse o chefe do governo na sexta-feira.

As redes sociais têm ao longo destes dias comentado, de forma até inflamada, que os treze devem ser responsabilizados pela sua ação de entrar no complexo, cuja entrada é proibida de julho a novembro. Note-se, no entanto que a 23 de junho ainda não tinha começado o “período de defeso”.

Fontes: TVI.pt/Bangkok Post.

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