NOS KU NOS

A SEMANA : Primeiro diário caboverdiano em linha

Um sinal verde – Pequenino! Que cresça 21 Setembro 2019

A serpentina ornada de verde a ascender da Avenida Cidade de Lisboa Oriental. Retoma-se a Avenida Cidade de Lisboa, mas a outra, essa, Ocidental. Como a mostrar como amamos como nossa a antiga capital do Império que nos oprimiu por meio milénio. Aqui o conceito Krafft-Ebinguiano de masoquismo não entra: ainda não houve dissecador arguto q.b. e tão persistente para explicar o inexplicável.

Um sinal verde – Pequenino! Que cresça

Um mais para a novidade que é a pequena mas significativa obra de ornamentação da encosta que, sobranceira ao Paiol, leva ao primeiro liceu da capital.

A serpentina ornada de verde a ascender da Avenida Cidade de Lisboa Oriental.

Retoma-se a Avenida Cidade de Lisboa, mas a outra, essa, Ocidental. Como a mostrar como amamos como nossa a antiga capital do Império que nos oprimiu por meio milénio. Aqui o conceito Krafft-Ebinguiano de masoquismo não entra: ainda não houve dissecador arguto q.b. e tão persistente para explicar o inexplicável.

Voltemos à encosta do Lavadouro, antigo lavadouro. Evocado poeticamente** como o lugar de memória, de há setenta anos talvez: “três primas, que meninas foram para a escola da pracinha, à catequese, à missa dominical, à Rua Sá da Bandeira para aprender a bordar e jovens em flor, davam grandes passeios até o Lavadouro, ponto de água e escola dos netos (**italicizados de Saara I.Medina, Gente que Sente, neste online a 6 de junho).

Sessenta anos, e eis uma conjunção a abolir o tempo: ponto de água e escola dos netos.

Vou à página da municipalidade e deparo com a denominação de Floresta Periurbana. O conceito ‘periurbano’ estranhamente aplicado.

Luiz Cunha

Os artigos mais recentes

100% Prático

publicidade





Mediateca
Cap-vert

Uhau

Uhau

blogs

publicidade

Newsletter

Abonnement

Copyright 2018 ASemana Online | Crédito: AK-Project