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António Mota: 40 anos de vida literária 06 Abril 2019

O livro Os Gatos da Casa Amarela, de António Mota e ilustrações de Marta Teives chega esta semana às livrarias em Portugal e não só.

António Mota: 40 anos de vida literária

O livro Os Gatos da Casa Amarela, de António Mota e ilustrações de Marta Teives chega esta semana às livrarias em Portugal e não só.

«Chegar aos 100 anos não é para todos! Mas a dona Cecília conseguiu apagar as 100 velas colocadas bem juntinhas sobre o seu bolo de aniversário. Nesse dia, houve grande festa na casa amarela, e até as rádios, as televisões, os jornais e a internet fizeram do acontecimento uma notícia de alcance mundial», escreve a editora da obra.

Segundo acrescenta a mesma fonte, pior foi o que aconteceu no dia seguinte: o corpo da dona Cecília deu um grave sinal de tudo o que já tinha vivido e a senhora teve de ir para o hospital, deixando para trás os gatos Matias e Mimi. Porém, a fidelidade dos animais para com a dona surpreendeu toda a gente…

O percurso do autor da obra

António Mota nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, em 1957. Em 1979 publicou o seu primeiro livro, intitulado A Aldeia das Flores, e não mais parou de escrever. É atualmente um dos autores mais lidos e premiados da literatura infantojuvenil portuguesa, tendo cerca de noventa títulos publicados, e a sua vasta obra foi, em grande parte, selecionada pelo Plano Nacional de Leitura.

Conforme a produtora da obra, o escritor recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1983), para O Rapaz de Louredo, o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1990), para Pedro Alecrim, o Prémio António Botto (1996), para A Casa das Bengalas, e o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, categoria «Livro Ilustrado» (2004), para Se Eu Fosse Muito Magrinho (com ilustrações de André Letria). Em 2008, foi agraciado pela Presidência da República com a Ordem da Instrução Pública.

Mas: Em 2014, foi nomeado para o prémio ALMA por ser «um dos mais prolíficos escritores portugueses para a infância e juventude» e por a sua obra ter «a singular qualidade de ser ao mesmo tempo intemporal e universal». A nomeação repetiu-se na edição de 2015 deste que é um dos mais importantes prémios internacionais na área da literatura infantojuvenil. O mês passado publicou o livro No Meio do Nada, a sua estreia na literatura para adultos, refere a fonte que vimos citando.

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