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Óbito: “Só os grandes partem para a eternidade nos dias grandes”, diz PR sobre a morte de Lily d’Chala 22 Janeiro 2022

O Presidente da República, José Maria Neves, mostrou-se hoje consternado com a morte de Lily d’Chala, uma das figuras da ilha de São Vicente, sublinhando que “só os grandes partem para a eternidade nos dias grandes”.

Óbito: “Só os grandes partem para a eternidade nos dias grandes”, diz PR sobre a morte de Lily d’Chala

“No dia da ilha, 560 anos depois, Dona Lily derrama novas luzes e uma energia enorme sobre São Vicente e Cabo Verde. Mulher de fibra, generosa e destemida, a todo o tempo, esteve do lado das causas grandes e justas”, escreveu José Maria Neves na sua página no facebook, citado pela Inforpress.

Também em nota, a Câmara Municipal de São Vicente destacou que o seu falecimento é uma “perda irreparável para Mindelo” sendo que ela era um “símbolo da mulher cabo-verdiana, pela sua fibra e frontalidade, mas também de amabilidade enorme e fino trato”.

Segundo o presidente da Liga Independente dos Grupos de Carnaval de São Vicente (Ligoc), Marco Bento, “a bandeira do Carnaval de São Vicente está à meia-haste, ” porque “Dona Lily era um símbolo da mulher cabo-verdiana”, e deu um “grande contributo ao Carnaval, à cultura, ao desporto e às causas sociais, pelo que a perda para São Vicente é grande”.

Para o clube Falcões do Norte, Lily d’Chala era uma “mulher batalhadora, guerreira, empresária, amante da cultura e do desporto com destaque para o Carnaval e o futebol feminino”.

Já o Clube Sportivo Mindelense, de que Lily d’Chala era adepta, prossegue a Inforpress, que a rendição de Lily d’Chala “deixou-lhes combalidos”, mas prometeu “reconhecer, homenagear e retribuir com empenho, dedicação e garra dando-a mesma lá onde ela estiver motivos de um descanso na paz”.

Lily d´Chala (Maria Alice Freitas dos Santos) morreu hoje no Hospital Baptista de Sousa (HBS), onde estava internada.

Era presidente do grupo carnavalesco Vindos do Oriente, dona de uma agência funerária, foi comerciante, cabeleireira, desportista, empresária, militou na actividade política, entregava-se a causas sociais, e era uma das impulsionadoras da cultura de São Vicente, conclui a fonte deste jornal.

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