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Ômicron: 13 casos associados a Belenenses-SAD, anuncia hoje INSA-PT após o ’jogo vergonhoso’ de sábado 29 Novembro 2021

A variante Ômicron chegou a Portugal, confirmou hoje o INSA-Instituto Nacional de Saúde Dr Ricardo Jorge que "identificou 13 casos da variante associados a jogadores do Belenenses SAD". O transmissor "terá sido um jogador que esteve recentemente na África do Sul".

Ômicron: 13 casos associados a Belenenses-SAD, anuncia hoje INSA-PT após o ’jogo vergonhoso’ de sábado

O Departamento de Doenças Infeciosas do INSA no dia 28 "analisou um lote de 13 amostras positivas associadas a casos de infeção de jogadores do Belenenses SAD, dado que um dos casos positivos da "variante de preocupação Ômicron" fez "uma viagem recente à África do Sul", lê-se no site da entidade esta segunda-feira 29.

A diretora-geral de Saúde, a médica Graça Freitas, veio horas depois a esclarecer que os infetados não são apenas jogadores, "também há casos no staff".

Todos os contactos destes casos de infeção estão em isolamento profilático, acrescenta o INSA, "para garantir a quebra de cadeias de transmissão e seguindo o princípio da precaução em Saúde Pública, "enquanto se aguardam mais informações relativamente à transmissão, impacto e efetividade vacinal contra a variante Ômicron".

"Estes contactos permanecem isolados e serão submetidos a testagem regular, o mais precocemente possível, ao 5.º e ao 10.º dia", repete o INSA nos comunicados às redações (segundo o Diário de Notícias).

218 amostras de voo Maputo-Lisboa

O site da DGS faz referência a 218 amostras de passageiros de um voo que partiu de Maputo e aterrou no sábado, 27 em Lisboa.

Está por esclarecer a relação com o referido caso do Belenenses-SAD.

Belenenses SAD 0-Benfica 7: (In)Verdade desportiva dum jogo com 9 e 7

O ’unfairPlay’ tachou o jogo de sábado 27. No domingo pela mesma via, canais oficiais ou por cabo, a partir deste Paralelo14 acompanhamos o espanto universal perante tudo: o autogolo ao primeiro minuto foi só mais um da série de desaires do Belenenses-SAD, flagelado pela Covid-19, que entrou em campo com nove jogadores, reduzidos a sete na segunda metade. O Benfica que somou os seus três pontos, e agora defende-se apontando a imposição da Liga, não é poupado aos apupos que se erguem perante a (In)Verdade desportiva do jogo deste sábado.

O Belenenses-SAD é anfitrião, mas no Estádio Nacional emprestado que é o Jamor. A equipa — que do Belenenses histórico só tem parte do nome — foi flagelada pela Covid-19 e pediu à Liga para adiar o jogo com o Benfica. Espantoso não! Espantoso também que um "não" desses não seja recorrido e que o adversário não tenha pejo de o aceitar.

Os azuis entraram no relvado do Jamor com nove. Azuis desfalcados, que perderiam ainda mais dois. Azuis? A cor no desporto é a autenticidade de cada um dos adversários em campo, previna-se antes da próxima citação.

A citação é esta: "O futebol perdeu a cor", lamentou o jogador do Belenenses Rafael Camacho, sportinguista emprestado ao clube do Restelo.

O autogolo ao primeiro minuto foi só mais um, duma série prévia e que continuou por quarenta e sete(?) minutos, prolongando-se até ao regresso para o segundo tempo desde logo marcado pela lesão do sétimo jogador. Por sinal, um guardião deslocalizado para jogador.

Os golos choveram contra o clube flagelado pela Covid-19. Ao intervalo, iam em sete golos sofridos. Belenenses 0-Benfica 7: (In)Verdade desportiva do jogo de sábado. No dia seguinte, o global mundo do desporto averba a perplexidade deste triste marco histórico.

Duas notas finais

Uma para as Obras de Santa Engrácia, qualificativo na referência às obras do azulino lisboeta, se bem se percebe. Qualificativo que aqui serve também para o outrora Estádio de Coco, às vezes grafado até "com chapéu" (o nome infantil de que se apodera no pós-Colóquio do Mindelo de 1979 um músico-poeta bravense na 11ª ilha).

Outra para a body-language do coach benfiquista. Muito à-vontade exibiu ontem a estrutura muscular do JJ, ao contrário do que as câmaras omnipresentes registaram dias antes, frente ao Barcelona. Vimos e está aí para ver em todo o onde e quando se quiser (numa realidade exacerbada que nem o prognóstico do mundo panóptico de... previu) o que fez o 0-0 aos joelhos do JJ. Em microssegundos dá-se a precipitação do Seferovic ao falhar a baliza e o derrube do JJ. Os joelhos do JJ falham e ele cai ajoelhado com a cabeça derrubada sobre o relvado do campo inimigo que determinou a perda dos três pontos almejados.

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