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"Operação Miríade": Investigação chegou a ex-comando que PJ deteve prestes a voar para África do Sul 13 Novembro 2021

Entre os onze detidos, na segunda-feira, no maior escândalo recente das Forças Armadas de Portugal está o alegado líder da rede de tráfico, um ex-comando das Forças Armadas. A PJ-Polícia Judiciária intercetou o ex-militar — há cerca de cinco anos convertido em empresário — que já ia a caminho do aeroporto onde ia apanhar o avião para a África do Sul.

A "Operação Miríade" da Polícia Judiciária apurou ser o empresário Paulo Nazaré, ex-comando, quem liderava a rede que usava aviões militares de missões de paz na República Centro Africana para traficar diamantes.

A tese sobre quem lidera teve acolhida junto do juiz que mandou Paulo Nazaré e o seu alegado braço-direito, Wilker Rodrigues de Almeida, para prisão preventiva. São os únicos do grupo de onze detidos — que inclui um advogado, alegado testa-de-ferro nos bancos — que ficaram na condição de arguido preso.

Silêncio? Pelo menos um quer falar

Segundo o Jornal de Notícias, os interrogatórios no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa continuam; e prevê-se que entre o silêncio da maior parte "pelo menos um quer falar".

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Fontes: JN.pt/Expresso.pt. Relacionado: Portugal: PJ investiga elite de Forças Armadas suspeita de tráfico durante missões da ONU na RCA, 08.nov.021. Fotos: Sobre a "Operação Miríade", o ministro da Defesa João Cravinho defende a sua decisão de dar conhecimento à ONU mas não aos Chefes de Estado e Governo Português.

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