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PAICV defende mais diálogo entre os serviços das Alfândegas e os emigrantes 11 Maio 2022

O grupo parlamentar do PAICV reconheceu hoje que o modelo de cobrança única na desalfandegagem das pequenas encomendas trouxe melhorias em alguns aspectos, mas defendeu que é preciso mais diálogo para que o processo seja menos moroso.

PAICV defende mais diálogo entre os serviços das Alfândegas e os emigrantes

Segundo a Inforpress, o grupo parlamentar do PAICV reconheceu esta terca-feira que o modelo de cobrança única na desalfandegagem das pequenas encomendas trouxe melhorias em alguns aspectos, mas defendeu que é preciso mais diálogo para que o processo seja menos moroso.

O grupo parlamentar do PAICV reconheceu que o modelo de cobrança única na desalfandegagem das pequenas encomendas trouxe melhorias em alguns aspectos, mas defendeu que é preciso mais diálogo para que o processo seja menos moroso.

Esta posição foi transmitida pelo deputado do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) Alberto Alves esta tarde, na Praia, após se reunirem com a Direcção-geral das Alfândegas para se inteirar do seu funcionamento.

“Foi um encontro extraordinário, mas demonstra que é necessário mais diálogo para que possamos entender muitas coisas em relação às pequenas encomendas, ao despacho alfandegário e a morosidade nos processos de despachos alfandegários”, apontou.

Para este responsável, é necessário mais encontros e diálogo entre os deputados, serviços das alfândegas e outros serviços do Estado que estejam ligados ou tenham alguma relação com os emigrantes para evitar certos ruídos existentes e para que os cidadãos estejam mais informados sobre os seus direitos.

Na ocasião reconheceu que as medidas implementadas pelo Governo a nível da desalfandegagem das pequenas encomendas trouxeram melhorias em alguns aspectos, mas sublinhou que os emigrantes têm tido ainda dificuldades no relacionamento com o poder local, central e vários outros serviços que recorrem.

“No campo das pequenas encomendas tem havido melhorias e temos que reconhecer, mas ainda existem morosidades que os emigrantes enfrentam não só nas alfândegas, mas em vários outros serviços”, referiu o deputado que propôs mais diálogo e trabalho para a resolução deste constrangimento.

Por outro lado, Alberto Alves apontou ainda que existem constrangimentos nos serviços prestados pelos bancos comerciais, mas também em outros serviços públicos.

O deputado propõe ainda que os encontros de emigrantes promovidos pelas autarquias deviam envolver os serviços das alfândegas e outros do Estado, refere a Inforpress.

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