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PM espera consensos necessários entre os deputados para se avançar com a Regionalização 29 Mar�o 2018

O Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, afirmou à margem da conferência sobre a Regionalização, em Santo Antão, que o governo está a fazer a sua parte, promovendo o debate necessário para a introdução da proposta de lei no Parlamento. E, espera que " se formem os consensos necessários entre os deputados do MpD, do PAICV e da UCID, no sentido de conseguirem os 2/3 indispensáveis para que a regionalização possa avançar em Cabo Verde”. O Primeiro-Ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, falava, na terça-feira, 27, em Santo Antão, onde presidiu, no Concelho do Porto Novo, à Conferência sobre a Regionalização. Antes, o debate se fez na Praia e no Mindelo.

PM espera consensos necessários entre os deputados para se avançar com a Regionalização

Conforme a imprensa nacional, Ulisses Correia e Silva lembrou que o Governo assumiu a "Regionalização como forma de dotar Cabo Verde de um modelo de administração diferente e mais consonante com aquilo que é a realidade física, cultural, social e económica das ilhas”.

E, para que isso seja possível, defendeu a necessidade de se conseguir “um engajamento social”.

“Somos ilhas, cada uma com a sua diversidade e com uma ligação muito forte dos cidadãos com a sua origem, um capital que pode ser importante para se conseguir uma governação orientada para o desenvolvimento das ilhas”, reforçou.

O Primeiro-ministro apontou ainda a "regionalização como essencial para reduzir as assimetrias regionais e potenciar as ilhas, na criação de riqueza, geração de empregos, rendimento e possa fazer com Cabo Verde aumente no seu todo o seu crescimento”.

“Cada ilha tem um potencial para fazer a economia funcionar”, frisou Ulisses Correia e Silva, lembrando que a ilha do Sal tem um turismo de sol e praia e que a ilha de Santo Antão pode focar no ecoturismo e outras atividades como agricultura, indústrias criativas, cujos objetivos é fazer a economia funcionar.

Por outro lado, garantiu que o Governo vai criar políticas corretivas, com uma diferenciação positiva, com incentivos e investimentos, para compensar as ilhas com nível de crescimento abaixo da média.

Em relação a Santo Antão, o Chefe do Governo reiterou a convicção do seu Executivo em investir no Porto, no aeroporto, e em um Polo Educativo que esteja vocacionado para as potencialidades da ilha, para que “o conhecimento esteja ao serviço do desenvolvimento de Santo Antão.

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