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Papa na Macedónia polarizada incentiva integração europeia 09 Maio 2019

O papa Francisco chegou na terça-feira, 7, a Skopje, a capital da República da Macedónia do Norte, na primeira visita papal ao país cujo nome, escolhido em 1991 ao tornar-se independente da ex-Jugoslávia, só se efetivou em fevereiro deste ano, ao fim de uma longa disputa com a Grécia.

Papa na Macedónia polarizada incentiva integração europeia

A primeira visita papal à República da Macedónia do Norte, com receção no aeroporto pelo presidente Gjorge Ivanov, teve o objetivo confesso de dar alento aos esforços do país para a sua integração nas instituições europeias.

Francisco reunido com os membros do governo elogiou a “cultura multiétnica e inter-religiosa” do país, considerando-o “um exemplo como ponte entre o Oriente e o Ocidente”, a “demonstrar que a coexistência pacífica é possível”.

“Estas caraterísticas em particular são também muito significativas para uma integração maior com as nações da Europa”, discursou o Papa Francisco na cerimónia no ’Mosaique Hall’ do palácio da presidência.

O programa do Papa, na visita de dez horas ao país dos Balcãs onde os católicos são apenas um por cento da população, incluiu uma missa muito participada, "ecuménica". Com muitos jovens presentes, o Papa exortou-os a lutarem para concretizar os sonhos.

Madre Teresa de Calcutá, Inês de Macedónia

Foi o papa Francisco que em 2016 canonizou Agnes /Anjezë Gonxhe Bojaxhiu, nascida em Skopje, em 1910, numa família albanesa, e que influenciada pela mãe muito devota entrou no convento aos doze anos.

Quase três anos depois, em Skopje, no memorial dedicado à Santa Teresa de Calcutá no recinto da igreja onde foi baptizada em 1910, o papa reza rodeado de crentes de todas as religiões do país das três religiões monoteístas. Entre os cristãos, há católicos (poucos) e ortodoxos (muitos).

Segue-se a reunião, no pátio da pequena capela branca, com as religiosas da congregação fundada em 1950 pela futura Santa Teresa de Calcutá. O hábito branco tem três faixas azuis a evocar o sari das indianas, do país onde a futura Santa Teresa de Calcutá orou e trabalhou entre os mais pobres da Terra durante meio século (1948-97).

Fontes: TV Vaticano / You Tube/L’Osservatore Romano

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