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Crise política na Guiné-Bissau: Partidos pro PR pedem imparcialidade à CEDEAO 23 Janeiro 2018

Um grupo de partidos da Guiné-Bissau, até aqui no governo ilegal da iniciativa presidencial, insurgiu-se, esta segunda-feira, contra a forma de mediação da Comunidade Económica de Países da África Ocidental, pedindo que que a instituição seja isenta e imparcial.

Crise  política na Guiné-Bissau: Partidos pro PR pedem imparcialidade à CEDEAO

O grupo é constituído pelo PRS, um colectivo de 18 partidos sem assento no Parlamento, deputados de dois partidos com assento no hemiciclo e ainda pelos 15 parlamentares expulsos do PAIGC, que esta fora do poder apesar de ter ganho as últimas eleições legislativas.

Em conferência de imprensa Fernando Vaz, líder da União Patriótica Guineense (UPG, extraparlamentar) e ministro do Turismo no Governo demissionário, apelou à CEDEAO "que seja isenta e imparcial" na condução da mediação da crise política na Guiné-Bissau.

Conforme divulgado pela RFI, a delegação da CEDEAO deixou Bissau, na semana passada, com ameaças de sanções contra os que impedem a implementação do Acordo de Conacri, que prevê a formação de um governo consensual.

Está confirmada que as conclusões da missão da CEDEAO serão apresentadas durante a sessão extraordinária da reunião de chefes de Estado e Governo, que decorre a 27 de Janeiro em Addis Abeba-Etiopia.

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