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Polónia avisa UE: "Crise migratória vinda de Minsk —que nos afeta — afetará os 27" 10 Novembro 2021

Um soldado polaco asperge uma substância — gás pimenta? — sobre "migrantes e refugiados do Médio Oriente" que a Bielorrússia deixou passar, em retaliação pelo apoio que a União Europeia dá aos opositores de Lukashenko. O chefe do governo polaco avisa hoje — dia seguinte a um pronunciamento de Bruxelas a apoiar Varsóvia que na segunda, 8, bloqueou mais de uma centena de invasores, com alicates em punho para cortar o arame farpado do outro lado da fronteira — sobre a ameaça à estabilidade na União Europeia.

Polónia avisa UE:

O primeiro-ministro polaco Mateusz Morawiecki afirmou em mensagem desta terça-feira 9, que a crise dos migrantes na fronteira com a Bielorrússia ameaça a "estabilidade e a segurança" de toda a União Europeia.

"Fechar a fronteira polaca é necessário para o nosso interesse nacional. Mas hoje é a estabilidade e a segurança de toda a União Europeia que está em jogo", tuìtou o chefe do governo polaco. "Este ataque híbrido do regime do [presidente bielorrusso Alexandre] Lukashenko visa-nos a todos. Não nos deixaremos intimidar e defenderemos a paz na Europa com os nossos parceiros da NATO e da UE", remata Morawiecki via Twitter.


NATO tem por "inaceitável" o modo como "Minsk está a usar os migrantes"

A União Europeia e a NATO têm vindo a denunciar a "invasão à UE orquestrada por Minsk" que está há meses a deixar passar milhares de refugiados vindos sobretudo do Médio Oriente.

Fontes: Euronews/Figaro/AFP/BBC. Relacionado: "Voltem para Minsk!": Polónia envia 31 mil SMS dissuasivos a migrantes na fronteira com Bielorrússia — 5 mortes, 07.out.021. Foto (Reuters): .

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