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Porto Novo: Armadores descontentes esperam pela indemnização por prejuízos causados pelo navio Liberdadi 07 Julho 2019

O SOS está lançado com este aviso de descontentamento. Os proprietários das embarcações, que sofreram danos, em Abril desta ano, durante o acidente do ferryboat Liberdadi, no cais acostável do Porto do Porto Novo de Santo Antão, queixam-se da “demora” em receber a “indemnização”, que dizem ter direito, pelos prejuízos causados com o referido acidente marítimo.

Porto Novo: Armadores descontentes  esperam pela indemnização por prejuízos causados pelo navio Liberdadi

Pelo menos três embarcações de pesca semi-industrial, além de botes de boca aberta, que estavam fundeados no largo do Porto Novo, foram atingidos pelo navio Liberdadi, da companhia Fast Ferry, que também sofreu danos importantes, obrigando a paragem do ferryboat durante dois meses.

Segundo a Inforpress, os armados dizem-se “descontentes” com a demora na atribuição da compensação pelos estragos, uma situação, também, já denunciada pela Associação dos Pescadores do Porto Novo que lembrou que, quase três meses após o acidente, “os armadores e pescadores estão ainda à espera de serem indemnizados pelos prejuízos causados”, defendendo “urgência” na resolução “deste assunto, a contente de todos”.

Liberdadi colidiu, por causa de uma alegada “falha técnica”, em Abril deste ano, com algumas embarcações, no cais do Porto Novo, durante a operação de atracagem, as quais ficaram danificadas. Um facto que a associação dos pescadores lamentou e disse esperar que “os estragos causados às embarcações sejam resolvidos, atempadamente”.

Necessidade de caís de pesca

Para a Associação dos Pescadores do Porto Novo, o acidente foi, também, “um alerta para os governantes”, quanto à “necessidade urgente” de se construir um cais de pesca “para atender ao crescimento do sector pesqueiro”, nesta região.

A Associarão dos Pescadores do Porto Novo tem estado a insistir na necessidade de se construir um cais de pesca nesta zona piscatória, para apoiar a actividade pesqueira, que envolve mais de 300 operadores, revela a Inforpress.

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