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Portugal: António Costa quer concertação mas rejeita “regateio social” dos baixos salários 21 Dezembro 2017

O primeiro-ministro de Portugal advertiu hoje,20, as confederações patronais de que o Governo defende a concertação, mas rejeita o "regateio social", sustentando a tese de que as empresas nacionais só serão competitivas a prazo se fixarem emprego de qualidade.

Portugal: António Costa quer concertação mas rejeita “regateio social” dos baixos salários

António Costa falava no jantar de Natal do Grupo Parlamentar do PS, num momento em que decorrem negociações em sede de concertação social para a fixação do salário mínimo nacional em 2018.

"As empresas só conseguirão ficar a geração jovem mais qualificada que o país tem se oferecerem melhores condições de trabalho. Se os jovens portugueses continuarem a achar que partindo [do país] conseguem melhores oportunidades do que cá, então será muito difícil às empresas fixarem esses recursos humanos. E se não os fixarem não vão conseguir ser competitivas", refere NM, citando o PM.

Depois, António Costa deixou um recado direto às confederações patronais: "Quando querem regatear o salário mínimo nacional, nós dizemos que queremos concertação social, mas não fazemos regateio social".

De acordo com o primeiro-ministro, o modelo do Governo "não é o país dos baixos salários, porque esse modelo não tem futuro no século XXI", concluiu.

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