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Portugal: Eleito líder da Iniciativa Liberal, Rui Rocha compromete-se a "acabar com o bipartidarismo" que é "nefasto para o país" 23 Janeiro 2023

O deputado Rui Rocha obteve este domingo 51,7% dos votos na VII Convenção da Iniciativa Liberal, que decorreu este fim de semana em Lisboa. Rui Rocha encabeçava a lista de continuidade na sucessão a João Cotrim Figueiredo em confronto com Carla Castro, com 44%, e José Cardoso.

Portugal: Eleito líder da Iniciativa Liberal, Rui Rocha compromete-se a

O novo presidente da IL prometeu uma transformação "muito rápida" no partido liberal, a fim de o preparar para "as batalhas" que se seguem. E, para isso, compromete-se a a continuar a ouvir os membros, como fez durante a campanha interna e durante a reunião magna, garantiu no discurso de encerramento.

"O partido precisa de transformação”. “Vamos fazê-la e vamos fazê-la de forma muito rápida. Queremos o partido pronto para as batalhas que queremos combater", disse.

Rui Rocha agradeceu ao presidente cessante e seu apoiante, João Cotrim Figueiredo, considerando-o "um líder extraordinário". Também expressou gratidão aos dois candidatos derrotados, Carla Castro e José Cardoso, pela "coragem cívica que demonstraram e ao modo como contribuíram para esta eleição".

"Para que não fiquem dúvidas, ao agradecer a Carla Castro e José Cardoso, conto com todos os liberais sem exceção. Todos os que queiram participar no futuro da IL. No futuro da IL, são todos muito bem-vindos, somos todos liberais, estamos cá para mudar Portugal", afirmou.

Iniciativa Liberal "vai continuar a liderar oposição"

Rui Rocha afirmou que o partido vai "continuar a liderar a oposição" perante o Governo do PS que está a "agarrar-se ao poder", mas "está completamente esgotado e politicamente morto".

No discurso de vitória das eleições internas da IL, Rui Rocha garantiu que o partido "assume as suas responsabilidades" e vai "liderar a oposição" como considera que tem feito até aqui, dando o exemplo da posição em relação à TAP, do posicionamento sobre "os abusos da pandemia" e do foco no crescimento económico.

"O Governo pode agarrar-se ao poder, mas o Governo do PS está completamente esgotado, está politicamente morto e fomos nós que o declarámos com a moção de censura", afirmou.

O novo presidente reiterou o objetivo da campanha de alcançar 15% caso as eleições legislativas aconteçam quando planeado, assegurando que o partido se compromete a "acabar com o bipartidarismo" que é "nefasto para Portugal".

Fontes: RTP/SIC/DN

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