LEITURA

A SEMANA : Primeiro diário caboverdiano em linha

Portugal: Germano Almeida distinguido com prémio “Prestígio Mais Alentejo Cabo Verde” pela revista Mais Alentejo 15 Setembro 2022

O escritor cabo-verdiano Germano Almeida foi distinguido com o prémio “Prestígio Mais Alentejo Cabo Verde”, na gala da XX edição dos Prémios Alentejo, da Revista Mais Alentejo, que aconteceu este fim-de-semana no Seminário de São José, em Vila Viçosa.

Portugal: Germano Almeida distinguido com prémio “Prestígio Mais Alentejo Cabo Verde” pela revista Mais Alentejo

O escritor cabo-verdiano Germano Almeida foi distinguido com o prémio “Prestígio Mais Alentejo Cabo Verde”, na gala da XX edição dos Prémios Alentejo, da Revista Mais Alentejo, que aconteceu este fim-de-semana no Seminário de São José, em Vila Viçosa.

Para além dos Prémios Excelência, Percurso e Prestígio, em que o escritor cabo-verdiano Germano Almeida, Prémio Camões em 2018, foi um dos distinguidos, o concurso tinha 17 categorias e um total de 85 nomeados, com a votação a ultrapassar um milhão votos, segundo a organização.

Os Prémios Excelência, Percurso e Prestígio também agraciaram várias outras personalidades portuguesas (e alentejanas), dos mais variados sectores da sociedade, nomeadamente da fotografia, música, televisão e desporto, assim como instituições e empresas que no Alentejo têm desempenhado, nos últimos 20 anos, um “papel protagonista” no desenvolvimento da região.

Este domingo, Germano Almeida também participou na mesa de debate sobre “Multiculturalidade”, na sétima edição da Festa do Livro na Amadora, organizada no âmbito do 43º aniversário deste município português.

Neste evento, que aconteceu na Biblioteca Municipal de Amadora, o escritor defendeu que se se quer que a literatura cabo-verdiana “saia de Cabo Verde” o Estado tem que apoiar, caso contrário continuará a ser pouco conhecida no mundo, nomeadamente na lusofonia.

Na mesa de debate, que teve também a participação da escritora brasileira Andrea Zamorano e moderado pelo Nelson Nunes, o cabo-verdiano frisou que os escritores lusófonos “não se conhecem”, porque não há muito intercâmbio, indicando, por exemplo, que “nunca” viu nada feito pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que significasse uma actividade com os escritores.

Os artigos mais recentes

100% Prático

publicidade


  • Mediateca
    Cap-vert

    Uhau

    Uhau

    blogs

    publicidade

    Newsletter

    Copyright 2018 ASemana Online | Crédito: AK-Project