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Prejuízo da Air Macau aumenta 26,8% na primeira metade do ano 02 Setembro 2022

A companhia aérea Air Macau registou um prejuízo de 426 milhões de yuan (61,7 milhões de euros) na primeira metade do ano, mais 26,8% do que em igual período de 2021.

Prejuízo da Air Macau aumenta 26,8% na primeira metade do ano

As receitas da Air Macau caíram 31,4% nos primeiros seis meses, em termos anuais, para 352 milhões de yuan (milhões de euros), revelou a Air China, acionista maioritária da companhia aérea da região administrativa especial chinesa.

Segundo o relatório financeiro da Air China, divulgado na quarta-feira à noite, a Air Macau transportou 204.100 passageiros entre janeiro e junho, menos 51,8% do que no mesmo período de 2021.

O relatório revela ainda que, em média, 53,1% dos assentos estiveram preenchidos nos voos da companhia aérea durante a primeira metade do ano, uma redução de 8,4% em termos anuais.

No primeiro semestre do ano chegaram a Macau quase 3,47 milhões de visitantes, menos 11,8% face ao período homólogo de 2021, segundo dados oficiais da Direção dos Serviços de Estatística e Censos.

O território viveu, a partir de 18 de junho, o pior surto de covid-19 desde o início da pandemia. Durante o surto, os turistas que chegassem a Macau teriam de se submeter a uma quarentena obrigatória no regresso à China continental, medida que foi levantada em 03 de agosto.

A empresa estatal chinesa China National Aviation Corporation, que detém a Air China, é também a acionista maioritária da Air Macau, com uma participação de 66,9%.

O Governo de Macau tem uma participação de 21,5% na companhia aérea, com a Sociedade de Turismo e Diversões de Macau, SA (STDM), fundada pelo já falecido magnata do jogo Stanley Ho Hung Sun, a deter 11,57%.

Em outubro de 2020, a concessão da Air Macau, que se encontra em regime de exclusividade há cerca de 26 anos, foi estendida até novembro de 2023. Na altura, o Governo prometeu abrir o mercado de transporte aéreo de Macau após o final da concessão.

A companhia foi constituída a 13 de setembro de 1994, ainda durante a administração portuguesa do território, e começou a funcionar a 09 de novembro de 1995, dedicando-se principalmente à exploração e operação de linhas internacionais de tráfego aéreo em Macau, nos termos do contrato de concessão assinado com o Governo da região administrativa especial chinesa a 08 de março de 1995.

A Semana com Lusa

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